- Jaume Duch, conselheiro da União Europeia (UE) e Ação Exterior da Generalitat, afirmou que a União Europeia tem entre três e cinco anos para implementar mudanças significativas, em evento no Foro World In Progress.
- Ele destacou a gravidade da crise atual, que vai além das dificuldades do euro e do Brexit, e a necessidade de recursos financeiros e vontade política para reverter a situação.
- Duch disse que a crise ameaça valores democráticos e o direito internacional, com risco de desmoronamento dos pilares que sustentam a Europa; não há plano B, o plano A é a UE.
- O conselheiro afirmou que a democracia na Europa está em declínio, com autocracias e tecnocracias em ascensão, citando desinformação e ataques às instituições como desafios críticos; a Europa enfrenta uma guerra híbrida.
- Enfatizou a urgência de ações concretas, citando guias de Enrico Letta e Mario Draghi; se a UE não se adaptar, pode ficar marginalizada; é preciso agir rapidamente para manter a qualidade democrática e a estabilidade.
Jaume Duch, conselheiro da União Europeia e Ação Exterior da Generalitat, alertou que a União Europeia (UE) tem entre três e cinco anos para implementar mudanças significativas. Em um evento no Foro World In Progress, ele destacou a gravidade da crise atual, que supera as dificuldades do euro e do Brexit.
Duch, que tem uma longa trajetória na UE desde 1990, enfatizou a necessidade de recursos financeiros e vontade política para reverter a situação. Segundo ele, a crise atual ameaça os valores democráticos e o direito internacional, com o risco de desmoronamento dos pilares que sustentam a Europa. “Não há plano B: o plano A é a UE”, afirmou.
O conselheiro também mencionou que a democracia na Europa está em declínio, enquanto autocracias e tecnocracias estão em ascensão. Ele citou a desinformação e os ataques às instituições como desafios críticos. Duch ressaltou que a Europa enfrenta uma “guerra híbrida”, que inclui não apenas conflitos armados, mas também tentativas de desestabilização política e social.
Desafios e Oportunidades
Duch chamou a atenção para a urgência de ações concretas, mencionando relatórios de líderes como Enrico Letta e Mario Draghi como guias. Ele destacou que, se a UE não se adaptar e reconhecer sua força, pode ser marginalizada no cenário global. O conselheiro concluiu que a Europa precisa agir rapidamente para garantir a qualidade democrática e a estabilidade do continente.
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