- Grupos palestinos, em encontro no Cairo, concordaram em entregar a administração da Faixa de Gaza a um comitê temporário de tecnocratas, para gerir serviços básicos em cooperação com países árabes e instituições internacionais, visando desenvolver uma estratégia nacional e revitalizar a Organização para a Libertação da Palestina (PLO).
- A decisão vem após o Hamas ter afirmado ter recebido garantias claras de mediadores de que a guerra efetivamente terminou.
- O comitê ficará responsável pela gestão de serviços básicos e a PLO, dominada pelo rival Fatah, busca se fortalecer como representante legítima; o Hamas, que não integra a PLO, vê a cooperação como passo para a unidade nacional.
- A situação em Gaza continua crítica e a Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que a ajuda humanitária permanece insuficiente.
- Fadwa Barghouti, esposa de Marwan Barghouti, pediu intervenção do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pela libertação do marido, preso desde 2002; o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, está em Israel para discutir cessar-fogo e eventual força internacional de monitoramento.
Os principais grupos palestinos concordaram, em encontro realizado no Cairo, em entregar a administração da Faixa de Gaza a um comitê temporário de tecnocratas. A decisão surge após o Hamas afirmar ter recebido garantias claras de mediadores de que “a guerra efetivamente terminou”.
O comitê será responsável pela gestão de serviços básicos em colaboração com países árabes e instituições internacionais. Além disso, o comunicado conjunto enfatiza a necessidade de desenvolver uma estratégia nacional e revitalizar a Organização para a Libertação da Palestina (PLO) como representante legítima do povo palestino.
A PLO, dominada pelo rival histórico Fatah, busca se fortalecer em um momento de crise. O Hamas, que não faz parte da PLO, vê esta colaboração como um passo importante para a unidade nacional. A situação em Gaza continua crítica, com a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertando que a ajuda humanitária permanece insuficiente.
Recentemente, Fadwa Barghouti, esposa do líder palestino Marwan Barghouti, pediu ao presidente dos EUA, Donald Trump, que intervenha para a libertação de seu marido, preso desde 2002. Barghouti é visto por muitos palestinos como uma figura capaz de unir o movimento nacional.
Enquanto isso, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, está em Israel para discutir a implementação de um acordo de cessar-fogo e a possibilidade de uma força internacional para monitorar a situação em Gaza. A pressão sobre Israel para permitir a entrada de ajuda humanitária tem aumentado, mas a situação no território continua a ser descrita como catastrófica.
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