- O porta-aviões USS Gerald R. Ford foi deslocado para águas da América do Sul com seu grupo de ataque, confirmado pelo Pentágono na sexta-feira (24), com o objetivo de ampliar detecção, monitoramento e interrupção de atividades ilícitas.
- O navio, acompanhado por cinco contratorpedeiros, estava no Mar Mediterrâneo antes de seguir para a região.
- O secretário da Guerra, Pete Hegseth, disse que houve recentemente o décimo ataque contra embarcações suspeitas de tráfico de drogas, elevando para 43 o número de mortes, sem apresentar evidências.
- Ele citou a gangue Tren de Aragua, oriunda de uma prisão venezuelana, como envolvida nas operações ilícitas.
- O Pentágono informou que pelo menos quatro embarcações atacadas teriam partido da Venezuela, sugerindo foco nas atividades daquele país e ampliando a capacidade operacional dos EUA na região.
Em meio a uma crescente tensão entre Estados Unidos e Venezuela, o porta-aviões USS Gerald R. Ford foi deslocado para as águas da América do Sul. A manobra, confirmada pelo Pentágono nesta sexta-feira (24), faz parte de um esforço para aumentar a detecção e monitoramento de atividades ilícitas na região. O secretário da Guerra, Pete Hegseth, informou que o grupo de ataque do porta-aviões tem como objetivo reforçar a segurança dos EUA.
O USS Ford, acompanhado por cinco contratorpedeiros, estava anteriormente no Mar Mediterrâneo. Hegseth destacou que os EUA realizaram recentemente o décimo ataque contra embarcações suspeitas de tráfico de drogas, elevando para 43 o número de mortes. O secretário, sem apresentar evidências, acusou a gangue Tren de Aragua, originária de uma prisão venezuelana, de estar envolvida nas operações ilícitas.
Aumento da Capacidade Militar
A movimentação militar dos EUA na região tem gerado especulações sobre suas intenções. O Pentágono revelou que pelo menos quatro embarcações atacadas partiram da Venezuela, o que sugere um foco específico nas atividades do país. Essa operação representa um aumento significativo na capacidade operacional das forças armadas americanas, que já contam com contratorpedeiros e cruzadores na área.
Hegseth adotou um tom beligerante, afirmando que os narcotraficantes serão tratados com a mesma severidade aplicada a grupos terroristas como a Al-Qaeda. As ações dos EUA no Caribe refletem uma escalada nas tensões diplomáticas, à medida que a presença militar se intensifica. A situação continua a evoluir, com o mundo atento aos desdobramentos.
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