- Viajantes britânicos na Jamaica dizem não ter recebido avisos de viagem do governo do Reino Unido ou das companhias aéreas antes da Hurricane Melissa, que atingiu a ilha com ventos de até 180 mph, categoria cinco, provocando evacuações obrigatórias e destruição generalizada.
- Um casal de Londres afirmou que nem a British Airways nem o agente de viagens alertaram sobre a possibilidade de tempestade severa; Carl Pheasant, 61 anos, disse que, se soubessem da gravidade, teriam mudado seus planos.
- Melissa evoluiu de tempestade tropical no fim de semana para categoria quatro e, depois, cinco; o governo britânico recomendou que cidadãos registrados na Jamaica se mantenham atualizados e anunciou envio de equipe especializada; a secretária de Relações Exteriores, Yvette Cooper, expressou apoio.
- Viajante Shantal Da-Costa disse ter recebido aviso sobre a possibilidade de furacão no aeroporto, mas não sobre a gravidade ao chegar; ela e a família estão abrigados em um hotel em Montego Bay e destacaram preocupações com a comunicação e o impacto emocional nos filhos.
- Sarah Anderson também relatou frustração por não ter recebido orientações adequadas antes da viagem; a família se abrigou em um armário de hotel durante os ventos, com incerteza sobre deixar a ilha após a passagem de Melissa.
British nationals que viajaram para a Jamaica estão expressando preocupação com a falta de avisos de viagem emitidos pelo governo do Reino Unido e por companhias aéreas antes da chegada do Hurricane Melissa, que atingiu a ilha com ventos de até 180 mph. A tempestade, classificada como categoria 5, fez sua entrada na terça-feira, resultando em evacuações obrigatórias e causando destruição generalizada.
Os relatos indicam que muitos viajantes não foram informados sobre os riscos antes de embarcarem. Um casal de Londres, por exemplo, ficou preso em um resort em Whitehouse e afirmou que nem a British Airways nem seu agente de viagens alertaram sobre a possibilidade de uma tempestade severa. Carl Pheasant, que completou 61 anos durante a tempestade, disse que, se soubessem da gravidade da situação, teriam mudado seus planos.
A tempestade foi inicialmente classificada como uma tempestade tropical no sábado, mas rapidamente evoluiu para uma categoria 4 e, em seguida, para uma categoria 5. O governo britânico recomendou que os cidadãos registrados na Jamaica se mantenham atualizados e anunciou o envio de uma equipe especializada à região. A secretária de Relações Exteriores, Yvette Cooper, expressou apoio e disposição para mobilizar recursos em apoio aos britânicos e à Jamaica.
Impacto nas Comunicações
Viajantes como Shantal Da-Costa, que estava na Jamaica para um casamento, relataram que, apesar de terem recebido um aviso sobre a possibilidade de um furacão no aeroporto, não foram informados sobre a gravidade da situação ao chegarem. Ela e sua família, que se abrigam em um hotel em Montego Bay, compartilharam preocupações sobre a falta de comunicação e o impacto emocional da tempestade em seus filhos.
Outra viajante, Sarah Anderson, também expressou frustração por não ter recebido orientações adequadas antes de sua viagem. Ela e sua família se refugiaram em um armário de hotel enquanto os ventos fortes atingiam a estrutura. A situação levou muitos a entrar em um modo de sobrevivência, lidando com a incerteza sobre a possibilidade de deixar a ilha após a passagem do furacão.
A Jamaica enfrenta agora desafios significativos, incluindo a avaliação dos danos e o restabelecimento da normalidade após a passagem do Hurricane Melissa.
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