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Furacão Melissa avança para a Jamaica e eleva alerta no Caribe

Furacão Melissa avança para Jamaica, com ventos de 295 km/h e chuva de 500–750 mm em 48h, evacuações e abrigos abertos

Furacão Melissa com olho próximo da Jamaica às 14 UTC (11h BRT) de 28/10/25 (Fonte: NOAA)
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  • O furacão Melissa, classificado como categoria cinco, avança em direção à Jamaica e pode tocar solo na tarde de 28 de outubro de 2025; apresenta ventos de 295 km/h e pressão central de 892 hPa.
  • Previsão indica chuva entre 500 mm e 750 mm nas próximas 48 horas, com evacuações e abertura de abrigos para a população.
  • A situação é ampliada pela influência da La Niña e pelo aquecimento do Atlântico, elevando os riscos na Jamaica, Cuba, Colômbia e norte do Brasil.
  • A Zona de Convergência Intertropical tende a se intensificar, aumentando as chuvas na Colômbia, especialmente nas regiões de La Guajira e Magdalena; podem ocorrer ressacas, ventos fortes e elevação do nível do mar.
  • A Climatempo monitora o fenômeno e emite alertas; autoridades locais acompanham o avanço e mantêm medidas de segurança.

O furacão Melissa, classificado como categoria 5, avança em direção à Jamaica, com previsão de tocar o solo na tarde de hoje, 28 de outubro de 2025. O fenômeno apresenta ventos de 295 km/h e pressão central de 892 hPa, colocando a região em estado de alerta máximo. A combinação do fenômeno La Niña e o aquecimento do Atlântico Tropical intensifica as chuvas e amplia os riscos meteorológicos em países como Cuba, Colômbia e o norte do Brasil.

As projeções indicam que a Jamaica pode enfrentar chuvas entre 500 mm e 750 mm nas próximas 48 horas, o que gera preocupações sobre enchentes e deslizamentos de terra. O ministro do Governo Local, Desmond McKenzie, enfatizou que “não se pode apostar contra o Melissa”, referindo-se à rápida intensificação do furacão. As autoridades locais já iniciaram evacuações em áreas costeiras e abriram abrigos temporários para a população.

Impactos Regionais

Os efeitos de Melissa não se restringem apenas à Jamaica. A interação do furacão com a anomalia de temperatura das águas e a presença de La Niña está criando um cenário meteorológico que afeta toda a faixa tropical da América do Sul. A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) também deve ser intensificada, resultando em chuvas mais frequentes e intensas na Colômbia, especialmente nas regiões de La Guajira e Magdalena.

Além disso, o sistema meteorológico pode provocar ressacas, ventos fortes e aumento do nível do mar, impactando diretamente a infraestrutura e a população local. A Climatempo, por meio de modelos meteorológicos avançados, está monitorando a situação e emitindo alertas para garantir a segurança das comunidades afetadas.

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