- O furacão Melissa, o mais forte a atingir a Jamaica desde 1851, fez landfall na terça-feira, 28 de outubro, com ventos de até 185 mph, causando queda de energia, danos a infraestruturas e evacuações em larga escala.
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- Autoridades ainda não confirmaram mortes; relatos indicam uma situação catastrófica. O ministro de energia e transporte, Daryl Vaz, descreveu o quadro como catastrófico e disse que a infraestrutura local não resiste a um furacão de Categoria cinco.
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- Além da Jamaica, o furacão atingiu Haiti e República Dominicana, e Cuba registra mais de 700 mil evacuados.
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- A tempestade, rebaixada a tropical, recuperou força e é esperada para impactar Cuba ainda nesta semana.
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- Os danos na Jamaica incluem destruição de prédios e interrupção de internet e energia. Especialistas afirmam que não há infraestrutura na região capaz de resistir a um furacão dessa magnitude; é o terceiro furacão de Categoria cinco a atingir a atual temporada do Atlântico. As autoridades seguem em alerta, preparando abrigos e recursos para a população.
O furacão Melissa, o mais forte a atingir a Jamaica desde 1851, fez landfall na terça-feira, 28 de outubro, com ventos de até 185 mph. O fenômeno causou queda de energia, danos a infraestruturas e evacuações em larga escala. As autoridades ainda não confirmaram o número exato de mortes, mas os relatos indicam uma situação catastrófica.
Além da Jamaica, o furacão afetou Haiti e República Dominicana, e agora se dirige a Cuba, onde mais de 700 mil pessoas foram evacuadas. Apesar de ter sido rebaixado a uma tempestade tropical, Melissa recuperou força e é esperada para impactar a ilha ainda nesta semana. O ministro de energia e transporte da Jamaica, Daryl Vaz, descreveu a situação como “catastrófica”, enfatizando que a infraestrutura local não sobrevive a um furacão de Categoria 5.
Impactos e Preparações
Os danos em Jamaica são extensos, com a destruição de prédios e interrupção dos serviços de internet e energia. Especialistas afirmam que não há infraestrutura na região capaz de resistir a um furacão dessa magnitude. O furacão é o terceiro a alcançar a categoria máxima na atual temporada de furacões do Atlântico, que começou em junho.
As autoridades estão em estado de alerta, preparando abrigos e recursos para a população afetada. A previsão é de que a tempestade continue a causar estragos à medida que avança, levantando preocupações sobre a capacidade de resposta e recuperação das áreas atingidas.
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