- Um homem de 48 anos foi detido em Nápoles, Itália, após ir à esquadra dos Carabinieri e afirmar que mataria sua ex-mulher se não fosse preso.
- O incidente ocorreu na tarde de sexta-feira, quando pediu ajuda antes de cometer um crime; o divórcio vinha sendo processado desde março e ele já perseguiu a mulher por dois anos, levando-a a mudar rotinas.
- Na madrugada seguinte, ele enviou mensagens ao filho mais velho, 19 anos, dizendo que partiria a mãe em mil pedaços e a agrediu com uma muleta; autoridades já haviam ido duas vezes à casa da mulher no mesmo dia.
- A mulher, também com 48 anos, vivia sob vigilância constante e era alvo de comportamentos obsessivos, com o homem criando contas falsas para ameaças.
- Após a confissão, o homem foi detido e encaminhado ao tribunal, ficando em prisão preventiva; a gravidade das ameaças e a repetição do comportamento motivaram a medida.
Um homem de 48 anos foi detido em Nápoles, Itália, após se dirigir à esquadra dos Carabinieri e declarar que mataria sua ex-mulher se não fosse preso. O incidente ocorreu na tarde de sexta-feira, quando ele pediu ajuda antes de cometer um crime. O homem, que estava em processo de divórcio desde março deste ano, já havia perseguido a mulher durante dois anos, obrigando-a a mudar seus hábitos para se proteger.
As ameaças se intensificaram na madrugada seguinte, quando o homem enviou mensagens ao filho mais velho, de 19 anos, dizendo que partiria a mãe em mil pedaços. Ele não apenas ameaçou o jovem, mas também o agrediu com uma muleta. As autoridades já haviam intervenido duas vezes na casa da mulher no mesmo dia, demonstrando a gravidade da situação.
Histórico de Ameaças
A mulher, também com 48 anos, vivia sob constante vigilância do ex-marido, que demonstrava comportamentos obsessivos. Durante o relacionamento, marcado por tensões, ela teve que alterar sua rotina para evitar os encontros indesejados. O homem frequentemente aparecia na casa e no trabalho dela, criando contas falsas para continuar as ameaças.
Após a confissão, o homem foi detido e apresentado ao tribunal, onde foi decidido que ele permanecerá em prisão preventiva. As autoridades consideraram a gravidade das ameaças e a repetição dos comportamentos como fatores determinantes para a medida de coação. A situação destaca a necessidade de atenção e proteção a vítimas de violência doméstica, que muitas vezes enfrentam desafios significativos para se libertar de relacionamentos abusivos.
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