- Mais de cinco mil voos foram afetados nos Estados Unidos neste sábado devido à paralisação do governo, com mil voos já cancelados desde a última sexta-feira; a FAA informou que até quarenta por cento dos controladores de tráfego aéreo não compareceram ao trabalho.
- Os aeroportos de Nova York, incluindo LaGuardia e John F. Kennedy, tiveram treze por cento a mais de voos atrasados? (nota: corrigir: o texto original aponta 33% dos voos atrasados nesses aeroportos; manter esse dado) — Os dois aeroportos tiveram cerca de trinta e três por cento dos voos atrasados; Orlando registrou trinta por cento e Tampa, vinte e seis por cento. O’Hare, em Chicago, e Nashville suspenderam operações devido à falta de controladores.
- A FAA já havia anunciado cortes de voos em até dez por cento em quarenta aeroportos de alto impacto para mitigar os efeitos; o secretário de Transportes, Sean Duffy, alertou que, se a situação não melhorar, os cancelamentos podem chegar a vinte por cento.
- A paralisação é considerada a mais longa da história dos EUA, com controladores trabalhando sem salário há quarenta dias.
- O Congresso busca acordo para reabrir o governo; a proposta democrata de estender subsídios do Obamacare foi rejeitada pelos republicanos; as negociações seguem no fim de semana sem desfecho claro.
Mais de 5.000 voos foram afetados nos Estados Unidos neste sábado (8) devido à paralisação do governo, que resultou em escassez de pessoal nos aeroportos. Desde a última sexta-feira, 1.000 voos foram cancelados e os impactos devem se agravar. A Administração Federal de Aviação (FAA) informou que até 40% dos controladores de tráfego aéreo não estão comparecendo ao trabalho, o que agrava a situação.
Os aeroportos de Nova York, como LaGuardia e John F. Kennedy, enfrentaram os maiores problemas, com 33% dos voos atrasados. Outros locais como Orlando e Tampa também registraram atrasos significativos, com 30% e 26%, respectivamente. Importantes terminais, como O’Hare em Chicago e Nashville, chegaram a suspender operações devido à falta de controladores.
Cortes de Voos
A FAA já havia anunciado cortes de voos em até 10% em 40 aeroportos de alto impacto, com o objetivo de mitigar os efeitos da paralisação. O secretário de Transportes, Sean Duffy, alertou que, se a situação não melhorar, os cancelamentos podem chegar a 20%. A paralisação é considerada a mais longa da história dos EUA, com controladores trabalhando sem salário há 40 dias.
Enquanto isso, o Congresso busca um acordo para reabrir o governo. As negociações estão em andamento, mas uma proposta dos democratas que incluía a extensão dos subsídios do Obamacare foi rejeitada pelos republicanos. As discussões continuam durante o fim de semana, mas ainda não há um desfecho claro.
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