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China retira proibição de exportação de metais raros para os EUA

China suspende até 27 de novembro de 2026 a proibição de exportação de gallio, antimônio e germânio para os EUA e tarifas portuárias mútuas por um ano

EUA, China - FOTO: Frederic J. Brown/ Getty
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  • A China suspendeu a proibição de exportação de gallio, antimônio e germânio para os EUA até 27 de novembro de 2026, em movimento para reduzir as tensões comerciais entre as potências.
  • A decisão ocorre após restrições anteriores que incluíam controles sobre grafite e itens de dupla utilização relacionados a esses metais.
  • Pequim também suspenderá tarifas portuárias mútuas por um ano, como parte de um acordo entre os dois países; as tarifas eram de 50 dólares por tonelada para navios chineses nos EUA e 56 dólares para navios americanos na China.
  • A medida faz parte de um acordo mais amplo que prevê a suspensão de investigações sobre setores marítimos e logísticos da China.
  • As exportações de terras raras da China subiram 75% entre setembro e outubro, refletindo as negociações em curso para estabilizar o relacionamento comercial.

A China anunciou a suspensão da proibição de exportação de gallio, antimônio e germânio para os Estados Unidos, em um movimento que busca reduzir as tensões comerciais entre as duas potências. A decisão, divulgada neste domingo, será válida até 27 de novembro de 2026 e marca uma mudança significativa nas relações bilaterais.

Desde dezembro de 2024, as exportações desses metais raros estavam bloqueadas. O Ministério do Comércio da China destacou que a regulamentação anterior impunha controles rigorosos sobre a venda de produtos de grafite e proibia artigos de dupla utilização relacionados a esses elementos. Em resposta a medidas semelhantes dos EUA, que incluíam ameaças de tarifas adicionais, a China decidiu interromper essas restrições.

Suspensão de Tarifas

Além disso, Pequim suspenderá as tarifas portuárias mútuas por um ano, um passo que acompanha a suspensão das restrições de exportação. Essa decisão foi parte de um acordo mais amplo entre os dois países, que inclui a suspensão de investigações sobre setores marítimos e logísticos da China. As tarifas portuárias, que haviam sido implementadas em outubro, eram de 50 dólares por tonelada para navios chineses nos EUA e 56 dólares para navios americanos na China.

As mudanças surgem em um momento crítico, já que as exportações chinesas de terras raras tiveram um aumento de 75% entre setembro e outubro, revertendo uma tendência de queda. A medida é vista como um reflexo das conversas entre os líderes dos dois países, que buscam estabilizar as relações comerciais e evitar uma escalada de tensões.

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