- Hamas informou que entregará hoje o corpo de Hadar Goldin, um dos cinco reféns em custódia, às 14h locais, após ter sido localizado em Rafah.
- Brigadas al-Qassam solicitaram permissão para entrada de maquinaria e equipamentos necessários para finalizar a remoção dos demais quatro corpos.
- A operação de recuperação ocorreu em condições extremamente difíceis, segundo o grupo, e o acesso a equipamentos especializados é visto como essencial.
- Em Rafah há tensões e presença de milicianos que podem provocar confrontos, conforme o Hamas acompanha a situação para manter a atuação de remoção.
- Com a entrega de Goldin, restam quatro reféns; segundo relatos, estão mortos, entre eles Meny Godard e Ran Gvili.
O Hamas anunciou que entregará hoje o corpo de Hadar Goldin, um dos cinco reféns que ainda estão sob sua custódia. A devolução está prevista para ocorrer às 14h, horário local, após a localização do corpo em Rafah. O soldado israelita foi morto em 1º de agosto de 2014, durante um cessar-fogo, e seu corpo estava entre os destroços em Gaza.
As Brigadas al-Qassam, braço armado do Hamas, solicitaram a Israel a permissão para a entrada de maquinaria e equipamentos necessários para a remoção dos outros quatro corpos de reféns. Em comunicado, o grupo afirmou que a operação de recuperação foi realizada em condições extremamente difíceis e que o acesso a equipamentos especializados é crucial para a continuidade do trabalho.
O Hamas também expressou preocupações sobre a situação em Rafah, onde há tensões e a presença de milicianos que podem gerar confrontos. Desde o início do conflito em 7 de outubro de 2023, mais de 69 mil palestinos, em sua maioria civis, foram mortos, segundo o Ministério da Saúde de Gaza. Este aumento no número de vítimas é atribuído à recuperação de corpos nos escombros e à identificação de vítimas previamente não identificadas.
Com a entrega de Goldin, restam quatro reféns, que, segundo relatos, estão mortos. Entre eles, estão Meny Godard, um ex-jogador de futebol, e Ran Gvili, um membro da polícia. O Hamas continua a pressionar por um cessar-fogo que garanta a segurança de seus milicianos e a continuidade das operações de remoção de corpos.
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