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Ativista britano-egípcio impedido de viajar para o Reino Unido, afirma a família

Autoridades egípcias impediram Alaa Abd el-Fattah de embarcar para o Reino Unido para as Magnitsky awards, deixando incerta a viagem e a reunião com o filho em Brighton

Alaa Abd El-Fattah and his mother, Laila Soueif, at his home in Cairo after his release from prison in September. Photograph: Sayed Hassan/Getty Images
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  • O ativista britânico‑egípcio Alaa Abd el-Fattah foi impedido de embarcar para o Reino Unido no Aeroporto Internacional do Cairo pela imigração egípcia, para Londres e conferências, incluindo os prêmios Magnitsky.
  • Foi libertado após mais de dez anos de prisão, em setembro, com clemência do presidente Abdel Fatah al‑Sisi; no entanto, o status de viagem continua indefinido.
  • A irmã dele, Sanaa Seif, confirmou o bloqueio no controle de passaporte e que Abd el-Fattah não pôde seguir viagem; ele pretendia reencontrar o filho Khaled em Brighton.
  • A ausência dele na cerimônia dos prêmios Magnitsky foi sentida; Sanaa aceitou um prêmio em nome dele e da mãe, Laila Soueif, destacando a importância da liberdade e da reunificação familiar.
  • A condenação anterior foi por espalhar notícias falsas após postar sobre tortura no Egito; a greve de fome de 287 dias da mãe, realizada para pressionar pela libertação, encerrou em julho de 2025, mantendo a incerteza sobre viagens.

Alaa Abd el-Fattah, ativista britânico-egípcio, foi impedido de embarcar para o Reino Unido pela imigração egípcia, segundo informações de sua família. O bloqueio ocorreu no Aeroporto Internacional do Cairo, onde ele tentava viajar para Londres para participar de conferências, incluindo os prêmios de direitos humanos Magnitsky.

Após mais de 10 anos de prisão, Abd el-Fattah foi libertado em setembro, após receber clemência do presidente Abdel Fatah al-Sisi. No entanto, seu status de viagem permanece indefinido, gerando preocupações entre seus familiares e autoridades. Sua irmã, Sanaa Seif, confirmou que ele foi barrado no controle de passaporte e não pôde seguir viagem.

Alaa pretendia reencontrar seu filho, Khaled, que vive em Brighton. A ausência do ativista na cerimônia dos prêmios de direitos humanos foi sentida, e Sanaa, que aceitou um prêmio em nome dele e da mãe, Laila Soueif, expressou seu desejo de que o irmão estivesse presente. Em sua fala, destacou a importância da liberdade e o desejo de reunificação familiar.

A situação de Abd el-Fattah é complexa. Ele foi condenado por “espalhar notícias falsas” após publicar uma postagem sobre tortura no Egito. Sua mãe, Laila, realizou uma greve de fome de 287 dias para pressionar pela libertação do filho, encerrada em julho de 2025. A incerteza sobre sua capacidade de viajar para o Reino Unido continua a ser uma preocupação central para a família.

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