- Trump afirmou que o plano de paz proposto pela Rússia para a Ucrânia não é a oferta final, gerando críticas de líderes ucranianos; Zelenskyy alertou sobre um dilema entre a dignidade nacional e o apoio dos EUA.
- Delegações da Ucrânia e dos Estados Unidos vão se reunir em Genebra neste domingo para discutir termos do acordo; a equipe de Zelenskyy, liderada por Andriy Yermak, está pronta para negociar; Rustem Umerov sinalizou consultas sobre possíveis parâmetros futuros.
- O plano, com vinte e oito pontos, exige que a Ucrânia ceda território e não prevê uma força de paz europeia.
- Zelenskyy ressaltou que a paz verdadeira depende de segurança garantida e justiça, mantendo a soberania ucraniana; o documento não menciona sanções por crimes de guerra russos.
- Reações têm sido de indignação entre políticos e cidadãos ucranianos; Sanna Marin e Guy Verhofstadt criticaram a proposta, alertando que ceder à pressão russa pode levar a novas agressões.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o plano de paz proposto pela Rússia para a Ucrânia não é a oferta final. A declaração foi feita em meio a críticas de líderes ucranianos, que veem o plano como uma imposição inaceitável. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, alertou sobre um dilema entre a dignidade nacional e o apoio dos EUA, em um momento crítico para seu país.
Neste domingo, delegações da Ucrânia e dos Estados Unidos se reunirão em Genebra para discutir os termos do acordo. A equipe de Zelenskyy, liderada por Andriy Yermak, está preparada para negociar. O ex-ministro da Defesa, Rustem Umerov, indicou que haverá consultas sobre os possíveis parâmetros de um futuro acordo de paz. No entanto, o plano exige que a Ucrânia ceda território e não prevê uma força de paz europeia.
O plano, que inclui 28 pontos, foi amplamente criticado por exigir que a Ucrânia reduza o tamanho de seu exército e renuncie a armas de longo alcance. Além disso, exclui a possibilidade de uma força de paz da Europa e não menciona sanções para os crimes de guerra russos. Zelenskyy enfatizou que a verdadeira paz deve ser baseada em segurança garantida e justiça, reafirmando a importância da soberania ucraniana.
Reações à proposta têm sido intensas. Políticos e cidadãos ucranianos expressaram sua indignação, comparando o plano a acordos históricos de capitulação. O ex-primeiro-ministro da Finlândia, Sanna Marin, e o ex-primeiro-ministro da Bélgica, Guy Verhofstadt, condenaram a proposta, alertando que ceder à pressão russa poderia resultar em mais agressões no futuro.
A situação é delicada, e a Ucrânia enfrenta um momento crucial em sua história, onde a escolha entre dignidade e apoio internacional se torna cada vez mais complexa.
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