- O administrador do Canal do Panamá afirmou que a licitação para dois novos portos no canal está aberta à participação de todas as partes, incluindo a China.
- As palavras de Trump sobre retomar o controle aumentam a pressão dos EUA, já que a Hutchison Holdings opera os portos de Balboa e Cristóbal.
- O projeto prevê a construção dos portos de Corozal (Pacífico) e Telfers (Atlântico), com investimento estimado em 8,5 bilhões de dólares na próxima década, além de um gasoduto e um novo reservatório.
- A partir da próxima segunda-feira começam reuniões com diferentes consórcios interessados, entre eles Cosco Shipping Ports, Orient Overseas Container Line (OOCL), PSA International, Evergreen, Hapag-Lloyd, Maersk e CMA Terminals.
- O canal, de eighty quilômetros, movimenta 5% do comércio marítimo mundial e pretende iniciar as operações em 2029, após licitar as obras em 2026.
A administração do Canal do Panamá informou que a China pode participar em igualdade de condições das licitações para a construção de dois novos portos no canal. A afirmação ocorre mesmo diante de pressões dos Estados Unidos.
Segundo o administrador Ricaurte Vásquez, o processo deve promover a maior concorrência possível, com oportunidades iguais para todas as empresas. Ele destacou a necessidade de participação de diversas partes interessadas.
Na próxima segunda-feira começam reuniões com diferentes consórcios para o processo de licitação dos portos de Corozal, no Pacífico, e Telfers, no Atlântico. Empresas interessadas incluem Cosco Shipping Ports e OOCL.
Participação internacional e investimentos
O projeto prevê investimentos de cerca de 8,5 bilhões de dólares na próxima década. Além dos portos, há planos para gasoduto e um novo reservatório, com licitação prevista para 2026 e início de operações em 2029.
Diversas companhias internacionais manifestaram interesse, como PSA International, Evergreen, Maersk, CMA CGM e Hapag-Lloyd, entre outras, ampliando o leque de possíveis operadoras ao longo do tempo.
O canal, com cerca de 80 quilômetros, movimenta cerca de 5% do comércio marítimo mundial. Os principais usuários são Estados Unidos e China, o que torna o tema sensível para relações comerciais e geopolíticas.
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