- Em 13 de novembro, Su Ziming, esposa do pastor Wang Lin, foi presa em Beihai, Guangxi, sob acusação de uso ilegal de rede de informação; ascent de detidos desde outubro já passa de trinta.
- A prisão ocorre cerca de um mês após Wang Lin ter sido detido em Shenzhen, em 9 de outubro, durante operação que atingiu líderes da Igreja Zion em várias cidades.
- A família permanece sob vigilância e não consegue viajar, parte de uma ação coordenada do regime contra a igreja.
- A China Aid classifica as prisões como a maior operação de repressão a cristãos em mais de 40 anos.
- Reações internacionais chegaram: Estados Unidos pediu libertação dos pastores; ex-top resmi reconhe e condenaram as detenções.
A repressão à Igreja Zion na China ganhou um novo capítulo com a prisão de Su Ziming, esposa do pastor Wang Lin, em 13 de novembro, na cidade de Beihai, Guangxi. A acusação é uso ilegal de rede de informação. A família não recebeu notificação formal das autoridades. Já são mais de 30 detidos desde outubro.
A detenção de Su ocorreu um mês após a prisão de Wang Lin, em Shenzhen, em 9 de outubro, em uma operação que atingiu líderes da Igreja Zion em várias cidades. A ação coordenada envolveu autoridades de várias províncias e cidades, incluindo Pequim, Xangai, Zhejiang, Shandong, Guangdong e Guangxi.
A família do pastor permanece sob vigilância, com impedimentos para viajar e mudanças forçadas de endereço. A China Aid classifica as detenções como parte de uma operação ampla de repressão a cristãos em mais de 40 anos.
Contexto e antecedentes
A Igreja Zion, uma das maiores redes de casas de culto, teve o fechamento oficial em 2018, após recusa em instalar câmeras de vigilância na sede em Pequim. Desde então, suas congregações enfrentam investigações e ações policiais, com Wang Lin atuando de forma clandestina após o fechamento.
Reações internacionais
Autoridades norte-americanas como o Secretário de Estado Marco Rubio e ex-figuras públicas condenaram as prisões e pediram a libertação dos líderes. Igrejas domésticas chinesas e congregações nos Estados Unidos também realizaram mobilizações públicas em defesa dos detidos.
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