- O número de mortos em Gaza subiu para 70.100, segundo o ministério da saúde da Faixa de Gaza.
- Dois meninos palestinianos, de 8 e 11 anos, teriam morrido perto de um abrigo escolar em Beni Suheila, no sul de Gaza, após ataque de drone israelita.
- O cessar-fogo, que entrou em vigor em dez de outubro, continua sob violação, com novos ataques de ambos os lados e respostas de Israel.
- Em Gaza, pelo menos 352 palestinianos foram mortos desde o início do cessar-fogo; vítimas incluem civis e combatentes conforme o governo local.
- Planos norte-americanos para o futuro de Gaza mantêm discussion sobre estabilização internacional e possível caminho para um estado palestino, enquanto há relatos de ataques de Israel em outros fronts regionais.
Dois jovens palestinianos, de 8 e 11 anos, teriam sido mortos por um drone israelense perto de um abrigo escolar em Beni Suheila, no sul de Gaza, conforme relatos de autoridades de saúde. A informação aponta que o ataque ocorreu enquanto famílias deslocadas buscavam abrigo, em meio a novas hostilidades após o cessar-fogo vigente desde 10 de outubro.
Segundo o Ministério da Saúde de Gaza, órgão ligado ao governo controlado pela Hamas, o total de mortos na faixa de Gaza desde o início do conflito em 7 de outubro de 2023 já supera 70.000. O número inclui civis e combatentes, e continua a subir com a continuidade de confrontos e operações militares na região.
Nova rodada de confrontos
Ações militares em várias frentes foram registradas recentemente, com reivindicações de violação do cessar-fogo por ambas as partes. Em resposta, as forças israelenses afirmam ter atingido alvos de militantes que teriam violado o acordo e avançado sobre áreas controladas pelo exército. Em paralelo, a região registra ataques aéreos, combates na fronteira com o Líbano e operações na Síria, que também reportam baixas.
Contexto e desdobramentos
A violência persistente acompanha críticas internacionais sobre a situação humanitária em Gaza e sobre a viabilidade de um acordo duradouro. A ideia de um plano internacional para estabilizar a região—com força de paz e uma autoridade transitória supervisionada pelos EUA—ainda está em estágios iniciais de discussão. Em resposta, autoridades israelenses reiteram que as ações visam conter ataques e neutralizar ameaças.
Outros impactos na região
Na Cisjordânia ocupada, relatos sugerem incidentes envolvendo forças israelenses e moradores locais, incluindo detenções e confrontos que resultaram em ferimentos. Em Khallet al-Louza, próximo a Bethlehem, a Federação Palestiniana de Cruz Vermelha informou ferimentos a dezenas de pessoas em confrontos entre moradores e colonos. Enquanto isso, a situação humanitária em Gaza continua ampliando a necessidade de assistência internacional e coordenação de socorro.
Entre na conversa da comunidade