- Mais de seiscentas pessoas morreram por inundações e deslizamentos no sudeste da Ásia, com monções severas atingindo Indonésia, Tailândia e Malásia.
- Na Indonésia, há quarenta e duas mortes confirmadas, centenas de feridos e quatrorentas e duas pessoas desaparecidas; áreas de Sumatra permanecem inacessíveis e navios militares foram destacados para distribuição de ajuda.
- Na Tailândia, pelo menos cento e sessenta e dois mortos; as autoridades continuam as ações de socorro e houve suspensão de dois funcionários locais por falhas na resposta.
- No Sri Lanka, o total de mortes chegava a duzentas e doze, com quase cento e quarenta e oito mil deslocados; ciclone Ditwah deve seguir para a costa sul da Índia.
- As condições prolongadas de chuva causaram danos generalizados, deslizamentos e quedas de árvores, dificultando o trabalho de resgate e a mobilização de suprimentos.
Mais de 600 pessoas morreram já em inundações e deslizamentos na região, causados pela monção severa que afeta Indonésia, Tailândia e Malásia. A situação segue complicada, com milhares isoladas e sem suprimentos.
Na Indonésia, o novo balanço aponta 442 mortes, centenas de feridos e 402 desaparecidos. Sumatra é a área mais atingida, com partes ainda inacessíveis e veículos militares mobilizados para levar ajuda. Associações de imprensa destacam dificuldades logísticas, danos em estradas e interrupção de comunicações.
Ao longo de Tailandia, as autoridades relatam pelo menos 162 mortos em uma das piores enchentes da última década. O governo amplia medidas de auxílio, incluindo indenizações a famílias afetadas, enquanto críticas à resposta local ganham espaço público e dois dirigentes foram afastados.
Em Sri Lanka, o ciclone Ditwah provocou fortes chuvas e deslizamentos, deixando dezenas de milhares desabrigados e ao menos 212 mortos. Cerca de 148 mil pessoas foram deslocadas para abrigos temporários. O governo aponta que a extensão dos estragos na região central ainda está sendo mizada.
Orientação de previsão aponta Ditwah a seguir para a costa sul da Índia, com autoridades monitorando ventos e marés. Em Colombo e outras cidades, equipes de resgate trabalham para liberar vias, restaurar serviços e oferecer atendimento às famílias atingidas.
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