- O Papa Leão chegou a Beirute no domingo, vindo de uma viagem de quatro dias pela Turquia, na segunda etapa de sua primeira viagem internacional como líder católico.
- Em discurso no palácio presidencial, pediu aos políticos e a chefes religiosos que façam da paz a prioridade principal, repetindo várias vezes a palavra paz.
- O encontro ocorreu diante de uma plateia integrada pelo presidente, primeiro-ministro e líderes de diversas seitas, com o Papa citando bem-aventurados os pacificadores.
- A visita acontece em meio a tensões provocadas pelo conflito Gaza-Israel e pela presença do grupo Hezbollah; o Líbano tem sido alvo de ataques aéreos israelenses.
- Leão não mencionou Israel no discurso; o Papa deve visitar cinco cidades no país e não irá ao sul, região de maior vulnerabilidade aos ataques.
O Papa Leo realizou sua primeira viagem externa como líder católico, passando pela Turquia e pelo Líbano, em busca de promover a paz em meio a tensões regionais. No Líbano, ele pediu que os políticos e líderes religiosos priorizem a paz.
Chegando a Beirute, o pontífice foi recebido por manifestantes e por autoridades locais. Em discurso no palácio presidencial, ele destacou repetidamente a necessidade de perseverar com a paz, em meio a um cenário regional complexo e incerto. O texto não menciona diretamente Israel.
O encontro ocorreu no salão do palácio, com a presença do presidente Joseph Aoun, do primeiro-ministro Nawaf Salam e dirigentes de diversas correntes religiosas. O Papa lembrou o ensinamento de Jesus sobre os pacificadores e pediu diálogo entre cristãos e muçulmanos. Houve aplausos curtos de público diverso.
Contexto regional
A visita ocorre em um momento de escalada de tensões após ataques aéreos israelenses na região, ligados ao conflito Gaza-Israel e à atuação do grupo Hezbollah. O país enfrenta dificuldades políticas internas e uma contingência de segurança externa.
Desdobramentos da visita
Ao longo do tour, o Papa também encontrou líderes de várias comunidades e visitou cidades fora da capital, sem incluir o sul do país nas atividades. O objetivo é promover iniciativas de paz e diálogo inter-religioso, sem abrir menções diretas a ações de outros Estados.
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