- O presidente da Ucrânia, Volodímir Zelenski, fará sua primeira visita oficial à Irlanda; o ministro da defesa, Denys Shmyhal, cumpriu agenda em Bruxelas.
- A chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, disse que a semana pode ser decisiva para a diplomacia e afirmou que a Rússia não quer paz.
- Conversas nos Estados Unidos, em Floridade, entre Ucrânia e autoridades americanas foram consideradas difíceis, porém produtivas, com críticas à falta de participação europeia.
- Witkoff viajará a Moscou para o sexto encontro com o presidente Vladimir Putin, acompanhado possivelmente de Jared Kushner, em busca de encerramento do conflito.
- O presidente Zelenski enfrenta pressão após a renúncia de Andriy Yermak, chefe de gabinete, em meio a uma investigação anticorrupção de grande impacto político.
O presidente ucraniano Volodymyr Zelenskiy deverá realizar nesta terça-feira sua primeira visita oficial à Irlanda, conforme agenda anunciada. A viagem ocorre em meio a intensas negociações com aliados ocidentais sobre uma estratégia de paz para a Europa. Enquanto isso, o ministro da Defesa Denys Shmyhal esteve em Bruxelas, reunindo-se com pares da União Europeia para alinhar apoio e sequência de passos diplomáticos.
Em paralelo, um diálogo de alto nível entre EUA e Ucrânia teve continuidade na Flórida, com encontros entre autoridades de Washington e Kiev. O objetivo é buscar um encaminhamento para encerramento do conflito, apesar de ressalvas quanto à representatividade europeia nas negociações. O emisso de relações externas da UE destacou que a região vive uma semana decisiva para a diplomacia.
Desdobramentos internacionais
Witkoff, empresário ligado a planos de negociação, viaja a Moscou para novo encontro com Vladimir Putin. Acompanharia Kushner, assessor de Trump, segundo fontes próximas às tratativas; ainda não houve confirmação formal sobre a participação de Kushner. O encontro é visto como parte de um esforço americano para acelerar avanços.
Contexto político em Kiev
O panorama político ucraniano ganhou um novo ingrediente com a renúncia de Andriy Yermak, chefe de gabinete e principal conselheiro de Zelenskiy, nesta semana. A saída decorre de uma investigação anticorrupção em curso, que expõe tensões internas e desafios de governabilidade em Kiev.
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