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Tribunal de Bangladesh condena Tulip Siddiq a dois anos de prisão em ausência

Tribunal de Dhaka condena Tulip Siddiq a dois anos de prisão e Sheikh Hasina a cinco anos, em julgamento na ausência; advogados denunciam manipulação do caso

Tulip Siddiq has been sentenced by a court in Bangladesh.
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  • Corte de Dhaka condenou Tulip Siddiq, MP britânica, a dois anos de prisão por suposta alocação irregular de terreno; o julgamento ocorreu na ausência da acusada.
  • A tia de Siddiq, Hasina, ex-primeira-ministra de Bangladesh, recebeu cinco anos de prisão no mesmo caso; Hasina já havia sido condenada à morte em ausência por crimes contra a humanidade.
  • Rehana, mãe de Siddiq, foi apontada como principal participante e recebeu sete anos de prisão.
  • O tribunal afirmou que Siddiq influenciou de forma corrupta Hasina para beneficiar a família em um empreendimento governamental.
  • Advogados de Siddiq e Hasina afirmaram que o julgamento foi manipulado e injusto.

O tribunal especial de Dhaka condenou a deputada britânica Tulip Siddiq a dois anos de prisão em um caso de corrupção ligado à suposta alocação irregular de um terreno em um projeto governamental. Siddiq, que representa Hampstead e Highgate em Londres, negou as acusações e o julgamento ocorreu na ausência dela.

A tia de Siddiq, a ex-primeira-ministra Sheikh Hasina, foi condenada a cinco anos de prisão no mesmo processo. A mãe de Siddiq, Rehana, foi considerada a principal participante, recebendo sete anos de prisão. Hasina já havia sido condenada à morte em ausência em outra ação relacionada a crimes contra a humanidade.

Segundo o tribunal, o juiz Rabiul Alam afirmou que Hasina teria usado o poder de primeira-ministra para favorecer a família, enquanto Siddiq seria cúmplice ao supostamente influenciar a mãe para obter o terreno. Autoridades destacaram que o caso foi conduzido em ausência de Siddiq.

Desdobramentos

Na semana anterior, um grupo de advogados de destaque informou ao embaixador de Bangladesh que o julgamento contra Siddiq foi armado e injusto. A defesa de Siddiq ainda não anunciou apelação formal, e não houve comentário oficial imediato de representantes britânicos.

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