- O enviado especial dos EUA, Steve Witkoff, e Jared Kushner reunem-se com Vladimir Putin, em Moscou, nesta terça-feira, 2, para discutir diretrizes de um plano de paz para a Ucrânia.
- A reunião terá duração conforme necessidade, segundo o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov.
- O encontro ocorre após o plano de 28 pontos, considerado capitulação por Kiev e Bruxelas, ser encurtado para vinte e nove pontos? (A notícia original menciona 19 pontos; manter fiel: reduzir de 28 para 19 pontos) — ponto central são garantias de segurança, limites à expansão da Otan e cessão de territórios ucranianos.
- Pontos-chave em aberto incluem quem fica com quais territórios, garantias de segurança para a Ucrânia e a possibilidade de cessão de Donetsk e Luhansk.
- Conversas anteriores em Genebra, Palm Beach e entre EUA, Ucrânia e europeus sinalizam avanços, mas ainda sem acordo definitivo, com divergências sobre as condições de paz e o papel de Washington.
O enviado especial dos EUA, Steve Witkoff, reunirá-se com o presidente russo, Vladimir Putin, em Moscou nesta terça-feira, 2, para tratar de diretrizes de um plano de paz para a Ucrânia. Jared Kushner, genro do ex-presidente Donald Trump, também deve participar do encontro, conforme informou o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov. A reunião ocorrerá na esteira de propostas bilaterais que geraram descontentamento em Kiev e Bruxelas.
A discussão visa apontar garantias de segurança, fronteiras e uma possível reconfiguração das propostas de paz, que sofreram alterações após encontros em Genebra e Palm Beach. A versão reduzida de 28 para 19 pontos agradou Kiev, mas ainda existem pontos-chave a serem debatidos, como a natureza das garantias americanas e a questão territorial.
Desdobramentos na reunião de Moscou
Segundo a comunicação oficial, o encontro deve permanecer aberto ao tempo necessário para avançar as negociações, sem definição de acordo imediato. As partes analisam condições para que a Ucrânia mantenha sua integridade territorial sem comprometer sua defesa, enquanto a Rússia exige concessões que incluam áreas sob controle russo.
A semana pode confirmar próximos passos diplomáticos, com perspectivas de manter canais entre Washington, Moscou e Bruxelas. A imprensa destaca ainda a continuidade das consultas com representantes ucranianos, além de avaliações sobre o impacto político interno de cada parte.
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