- Uma família na Colômbia protocolou uma queixa na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) em Washington, alegando que Alejandro Carranza Medina foi morto ilegalmente em bombardeio dos EUA no dia 15 de setembro de 2025, no Caribe, próximo à Colômbia.
- Carranza Medina, de 42 anos, era pescador; a família afirma que ele estava em um barco quando ocorreu o ataque.
- O advogado Dan Kovalik, que atua na área de direitos humanos, afirma que Pete Hegseth ordenou o bombardeio e que o presidente Donald Trump poderia ter ratificado as ações.
- O governo dos EUA divulgou 21 ataques a barcos suspeitos de tráfico de drogas; a Casa Branca sustenta que as ações são justificadas por uma interpretação legal nova.
- A CIDH, ligada à Organização dos Estados Americanos, tem o objetivo de promover direitos humanos na região e recebeu apoio público da Administração Trump à autonomia da comissão.
Um grupo de direitos humanos apresentou à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (IACHR), órgão da Organização dos Estados Americanos, uma queixa sobre a morte de Alejandro Carranza Medina. O documento sustenta que o cidadão colombiano foi morto em bombardeio americano ocorrido em 15 de setembro de 2025. A petição foi entregue em Washington, DC, por meio do advogado Dan Kovalik, com base em relatos de imprensa e fontes públicas.
Segundo a denúncia, o ataque ocorreu no Caribe, perto da costa da Colômbia, e resultou na morte de Carranza Medina, identificado pela família como pescador. A queixa afirma que o ataque foi ordens de autoridades norte-americanas e cita o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, como responsável pelas ações. A matéria também sustenta que o presidente Donald Trump ratificou o comportamento descrito no documento.
Contexto dos ataques e resposta oficial
A queixa insere o caso no conjunto de ataques divulgados pelos EUA contra barcos supostamente ligados ao tráfico de drogas, contados como parte de uma campanha que, segundo o governo, utiliza uma interpretação legal nova. O governo dos EUA informou publicamente 21 ataques, sem detalhar os alvos ou as identidades envolvidas. A Casa Branca não respondeu diretamente às perguntas sobre o caso, mas avaliou que a cobertura midiática serve de amparo a traficantes. A IACHR, por sua vez, atua na promoção e proteção de direitos humanos na região.
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