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Pope Leo diz para Trump não tentar derrubar o presidente venezuelano pela força

Leo pede que EUA não usem força militar contra Maduro e busquem o diálogo; Vaticano alerta para risco de invasão e defende pressão econômica como caminho

Leo was speaking onboard the papal flight back from Turkey and Lebanon, his first overseas trip as pope.
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  • O papa Leo, em voo de retorno da viagem anunciada a Turquia e Líbano, pediu a Donald Trump que não use força militar contra a Venezuela e que busque diálogo, com uso de pressão econômica como opção.
  • O presidente Nicolás Maduro nega ligações com o tráfico de drogas; os EUA aumentam a pressão contra ele.
  • A presença militar dos EUA no Caribe é a maior desde a invasão do Panamá em 1989; Washington realizou 21 ataques a embarcações suspeitas de tráfico, causando ao menos 83 mortes.
  • A imprensa aponta possível telefonema entre Trump e Maduro e um ultimato para entrega de poder; Maduro teria recusado, pedindo uma anistia global para si e aliados.
  • O Vaticano defende solução pacífica e a possibilidade de pressão econômica; Leo afirmou que, para promover mudanças, não se deve recorrer à força e sim buscar diálogo.

O papa Leo pediu que Donald Trump não tente derrubar Nicolás Maduro pela força militar e busque o diálogo. A mensagem foi feita durante o retorno dele de uma viagem à Turquia e ao Líbano, a bordo de um avião papal. O Vaticano informou que a Igreja trabalha para acalmar a situação, destacando que são os povos que sofrem.

Segundo relatos, houve um suposto telefonema entre Trump e Maduro. A imprensa informou que o presidente americano teria feito um ultimato para a entrega do poder, enquanto Maduro teria rejeitado, pedindo uma amnistia mundial para ele e aliados. As fontes não confirmam oficialmente os termos.

O governo dos EUA aumentou a presença militar no Caribe, marcando a maior concentração desde a invasão de 1989. Além disso, foram realizadas 21 operações contra barcos suspeitos de tráfico de drogas na região caribenha e no Pacífico, com dezenas de mortes atribuídas a ataques, segundo autoridades.

Desdobramentos diplomáticos

O Vaticano ressaltou a necessidade de solução pacífica e citou pressões econômicas como alternativa ao uso da força. O pontífice também destacou que mudanças no país devem ocorrer sem sofrimento para a população. Em meio às tensões, Leo sugeriu que mudanças externas ocorram por meio de diálogo.

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