- O cántaro Asante Ewer, peça inglesa do século XIV com 62 cm, foi saqueado do palácio real de Kumasi em 1896 e acabou no British Museum.
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O objeto já foi exibido no York Army Museum, e o British Museum reconheceu recentemente que é um item saqueado.
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Ivor Agyeman-Duah, diretor do Manhyia Palace Museum, planeja viajar a Londres no início deste mês para fazer um pedido formal de empréstimo ao Ghana, em nome do Otumfuo Nana Osei Tutu II.
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O British Museum estaria aberto a um empréstimo de longo prazo, possivelmente de três anos, o que implicaria reconhecer a propriedade britânica e dificultaria uma restituição permanente.
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As relações entre museus de Londres e Kumasi são cooperativas, já houve empréstimos de artefatos saqueados, e a decisão sobre o destino da peça quando retornar envolve escolher entre galerias de África ou da Europa.
O The Asante Ewer, peça inglesa medieval de 62 cm, pode ganhar um empréstimo de longo prazo à Ghana (Asante) no próximo ano. A decisão envolve o Conselho do British Museum e autoridades de Kumasi, com a formalização prevista por meio de um pedido feito por Ivor Agyeman-Duah em nome do Otumfuo Nana Osei Tutu II. O empréstimo, se autorizado, seria de cerca de três anos.
O objeto foi saqueado do palácio real de Kumasi em 1896 e adquirido pelo British Museum, onde permanece. Recentemente, o museu reconheceu que o ewer é fruto de saque, e houve exibição em York Army Museum, com empréstimos a Manhyia Palace Museum desde o ano passado.
Contexto histórico e estado atual
O ewer, de fabricação inglesa entre 1340 e 1405, funciona como o maior vaso de bronze sobrevivente na tradição medieval europeia. Possui o brasão real e pode ter sido feito para um rei. Em Kumasi, já foi tratado como objeto sagrado antes de chegar ao Ocidente.
Desdobramentos e implicações
O acordo de empréstimo ampliaria relações entre museus britânicos e o Manhyia Palace Museum, já com cooperação recente. Aceitar o empréstimo implicaria reconhecer a propriedade britânica, o que dificultaria uma restituição permanente caso seja necessária. O futuro destino do objeto, se retornar ao British Museum, segue em debate entre galerias medievais e de África.
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