- O Partido Trabalhista de São Lúcia (SLP) manteve a maioria na Assembleia de 17 cadeiras, com pelo menos 13 votos já confirmados.
- Resultados oficiais mostram o SLP com 57,1% dos votos populares, frente 37,3% do líder da oposição, Allen Chastanet.
- A UWP conquistou uma cadeira, restando duas para serem chamadas.
- O primeiro-ministro Philip Pierre busca a reeleição com foco em estabilidade econômica; Chastanet critica a segurança e acusa menor apoio policial dos Estados Unidos.
- Chastanet defende auditorias mais transparentes do programa de cidadania por investimento (CBI), assunto que gerou tensões com Washington.
O desfecho das eleições em St. Lucia aponta o SLP, do primeiro-ministro Philip Pierre, mantendo a maioria no House of Assembly, em disputa acirrada pela 17ª cadeira. Resultados oficiais indicam pelo menos 13 assentos para o SLP, com duas cadeiras ainda a serem chamadas. O partido manteve 57,1% dos votos, contra 37,3% do oposicionista Allen Chastanet, líder da UWP.
O SLP é visto como quem busca continuidade na gestão econômica e no combate à violência. Pierre concorre à reeleição em meio a críticas de Chastanet sobre segurança pública e à restrição de apoio policial dos EUA, citando a Leahy Law. A UWP, que detinha apenas duas cadeiras antes das eleições, confirmou uma nova conquista até o momento, restando duas para serem anunciadas.
Resultados oficiais e impactos
Chastanet, que já foi primeiro-ministro, aponta falhas na segurança sob a liderança de Pierre. O debate eleitoral incluiu a transparência do programa de cidadania por investimento (CBI), tema que também gerou tensões com Washington. Programas de CBI são relevantes para a arrecadação de receitas de várias nações caribenhas, mas enfrentam escrutínio internacional.
Contexto regional
As eleições ocorrem após a votação em St Vincent e as Grenadinas, onde a oposição venceu a grande maioria dos assentos. A elevação de atividades americanas no Caribe, com foco no combate ao tráfico de drogas, também foi pauta indireta nas campanhas locais. Autoridades de países vizinhos mantêm cooperação com os EUA, incluindo a possibilidade de desembarque de navios em portos regionais.
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