- Tensões entre EUA e Venezuela envolvem campanha marítima contra drogas, com mais de uma dúzia de navios e about 15 mil tropas na região, e a designação do Cartel de los Soles como organização criminosa estrangeira.
- O presidente dos EUA, Donald Trump, participou de reunião na Casa Branca para discutir próximos passos contra a Venezuela, incluindo possível expansão para ações em território.
- Desde começo de setembro, os EUA teriam realizado mais de vinte ataques a embarcações ligadas à Venezuela no Caribe e no Pacífico leste, resultando em pelo menos oitenta e três mortes.
- Sinais indicam a possibilidade de ações militares diretas contra Maduro, além de avisos para fechar o espaço aéreo venezuelano.
- Alegações não confirmadas sobre ordens de “sem sobreviventes” geraram controvérsia; comissões bipartidárias estudam revisões sobre os ataques no mar.
O governo dos EUA mantém pressão sobre a Venezuela em meio a uma campanha marítima de combate às drogas. Desde setembro, navios da coligação liderada pelos EUA conduzem operações na região caribenha e no Pacífico leste, com centenas de oficiais envolvidos e dezenas de ataques a embarcações associadas a redes de tráfico.
A iniciativa envolve mais de uma dúzia de navios de guerra e cerca de 15 mil militares, segundo informações oficiais. A designação do Cartel de los Soles como Organização Terrorista Estrangeira ocorreu em novembro, ampliando o enquadramento legal das ações. O governo venezuelano nega envolvimento direto em crimes transnacionais.
Desdobramentos diplomáticos
Relatos indicam avisos para fechar o espaço aéreo venezuelano e rumores de uma eventual passagem segura para Nicolás Maduro em troca de renúncia, conforme Conversas entre presidentes citadas por veículos norte‑americanos. Trump afirmou ter mantido contato recente com Maduro, sem detalhar o conteúdo da conversa.
Nos EUA, o debate sobre a legalidade e a justificativa das operações ganhou força. Comissões do Senado e da Câmara sinalizaram apoiar revisões bipartidárias sobre os ataques marítimos. Um artigo do Washington Post mencionou uma suposta ordem de deixarem sem sobreviventes em um ataque de setembro; a defesa atribui a denúncia a informações inverídicas, e especialistas divergem sobre a legalidade das ações.
Entre na conversa da comunidade