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Presidente da Colômbia alerta Trump sobre ataques militares

Trump anuncia ataques terrestres contra laboratórios de cocaína; Petro convida Trump a visitar a Colômbia e reafirma soberania frente à escalada militar dos EUA

Gustavo Petro said after Trump suggested the US military might target alleged drug traffickers in Colombia: ‘To threaten our sovereignty is to declare war’ Composite: AFP via Getty Images
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  • Trump sinaliza ataques terrestres contra tráfico de drogas, incluindo Colômbia e Venezuela, com grande escalada militar e possibilidade de início em breve.
  • Petro reagiu nas redes sociais, dizendo que ameaçar a soberania colombiana é declarar guerra e convidou Trump a visitar o país para ver laboratórios de cocaína sendo destruídos.
  • O gabinete colombiano reiterou cooperação no combate às drogas, enquanto Perto de escalonamento das ações dos EUA na região desde agosto.
  • O Pentágono deslocou força naval com quase 15 mil militares aos arredores da Venezuela, em operações ligadas ao combate ao narcotráfico.
  • Trump afirmou que ataques não ficariam limitados à Venezuela, citando Colômbia como país produtor de cocaína e alvo potencial.

Gustavo Petro reagiu a sinalizações do presidente dos EUA sobre ataques militares a alvos de drogas na região. Trump sugeriu ações terrestres em território venezuelano e indicou que qualquer país produtor de narcóticos poderia ser alvo. Petro respondeu nas redes sociais, lembrando a soberania colombiana e convidando Trump a visitar o país para ver como destrói laboratórios de cocaína.

O recado de Petro veio após o que ele chamou de escalada de tensões entre EUA e Colômbia, aliados históricos na luta contra as drogas. O governo colombiano destacou a importância de respeito à soberania e à diplomacia, rejeitando qualquer agressão.

Trump afirmou, em reunião de gabinete, que ataques terrestres em Venezuela começariam em breve e que, caso haja produção de drogas, países produtores estariam sujeitos a ataques. O tom elevou a temperatura do embate, com Washington ampliando presença militar na região.

Segundo relatos, o Pentágono deslocou força naval considerável, com milhares de tropas próximas ao litoral caribenho da Venezuela. As ações visam operações anti-narcóticos, sob a justificativa de desmantelar redes de tráfico.

A situação ocorre em meio a críticas de Petro a operações aéreas contra embarcações ligadas ao narcotráfico e a desentendimentos diplomáticos entre Bogotá e Washington desde o segundo mandato de Trump. O presidente colombiano reiterou sua posição de cooperação, mas alertou para a proteção da soberania.

Note-se que o contexto envolve também desdobramentos regionais, incluindo a libertação de um ex-presidente hondurenho condenado pelo narcotráfico, que recebeu clemencia de Trump, o que tangencia a percepção internacional sobre a agenda anticorrupção e o combate ao tráfico de drogas na região.

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