- A União Europeia eliminará, de forma efetiva e permanente, as importações de gás russo até novembro de 2027, conforme acordo político provisório entre o Parlamento Europeu e o Conselho.
- O acordo também prevê a eliminação gradual das importações de petróleo russo.
- A Comissão Europeia divulgou o comunicado destacando o fim da dependência de um fornecedor instável que já prejudicou os mercados e a segurança de abastecimento.
- Ursula von der Leyen classificou o acordo como histórico, afirmando que o bloco passa a viver a era da independência energética.
- O texto ressalta o papel do programa REPowerEU na diversificação e na transição rápida dos combustíveis fósseis russos.
A União Europeia fechou um acordo político provisório para eliminar as importações de gás russo até novembro de 2027 e avançar na eliminação gradual do petróleo russo. O acordo foi alcançado entre o Parlamento Europeu e o Conselho, com a participação da Comissão Europeia.
O documento define o fim das importações de gás russo em prazo fixo e estabelece etapas para reduzir gradualmente o uso de gás e petróleo do país vizinho. A decisão é apresentada como resposta à dependência energética e aos riscos de segurança de abastecimento associados a choques de preços e pressões políticas externas.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, classificou o acordo como histórico. Ela afirmou que o bloco passa a tratar a Rússia como fornecedor menos confiável e que o acordo marca a entrada da UE na era da independência energética.
Caminho para independência energética
Segundo o texto do acordo, o gás russo será eliminado até 2027 e o petróleo russo terá redução gradual, com implementação articulada entre as instituições europeias. O objetivo é reforçar a resiliência energética e acelerar a transição para fontes alternativas. O anúncio foi divulgado pela Comissão Europeia na noite de terça-feira.
Entre na conversa da comunidade