- O incêndio no Wang Fuk Court, em Tai Po, tornou-se o mais mortal em residências desde 1980, elevando o total de vítimas para 159.
- Autoridades ordenaram a remoção de toda a mesh de andaimes até sábado, o que afeta cerca de 200 edifícios em Hong Kong.
- Mais de 2.900 moradores foram realojados em abrigos temporários.
- A polícia prendeu quinze pessoas, incluindo chefses de empresas de construção, por homicídio culposo; outras seis foram detidas por falhas nos alarmes de incêndio.
- O número de mortos pode sofrer nova revisão, pois foram encontrados ossos humanos suspeitos que requerem perícia forense.
O incêndio no Wang Fuk Court, no distrito de Tai Po, Hong Kong, elevou o número de mortos para 159. A tragédia, ocorrida durante renovação, é considerada a mais mortal incêndio residencial desde 1980. Autoridades ordenaram a remoção de toda a mesh de andaimes até sábado, para evitar novos riscos.
Mais de 2.900 moradores foram realojados, com cerca de 200 edifícios afetados. As chamas se espalharam rapidamente pelas fachadas, envoltas por andaimes de bambu, redes de proteção e foam boards. Investigações apontam falhas nos alarmes como possível agravante.
Medidas e investigações
Até o momento, 15 pessoas foram presas, incluindo chefes de empresas de construção, por homicídio culposo. Outras seis detenções envolvem falhas no sistema de alarme da edificação. Os agentes continuam as apurações para confirmar responsabilidades.
As autoridades também monitoram possíveis abalos sociais, enquanto inscrições religiosas e comovimentos de vizinhos ganharam espaço em parques próximos às estruturas incendiadas. A polícia mantém operação para apurar causas e responsabilidades.
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