- O governo renomeou o US Institute of Peace para Donald J Trump Institute of Peace e colocou o nome dele no prédio, em meio a uma disputa de controle que tramita em apelação federal.
- A sede já teve várias trocas de mãos em ações judiciais associadas ao suposto domínio do Doge (Departamento de Eficiência Governamental); a propriedade do prédio ainda depende de decisão judicial.
- O USIP sustenta que é uma instituição criada pelo Congresso e independente; o governo afirma que é um órgão da linha executiva.
- O local deve sediar a assinatura de um acordo de paz entre Congo e Ruanda, com a presença de autoridades internacionais.
- A corte já indicou que a tomada de poder foi ilegal, mas a decisão está suspensa durante a apelação; a sede permanece sob controle provisório em meio ao litígio.
O governo renomeou a US Institute of Peace para Donald J Trump Institute of Peace e afixou o nome do presidente no prédio da sede, em meio a uma disputa judicial sobre o controle da instituição. A mudança ocorreu durante um processo em que a administração busca a posse da organização, criada pelo Congresso na década de 1980 para promover iniciativas de paz.
A sede já quebrou mudanças de gestão diversas desde março, após intervenções do governo que destituíram o conselho e, posteriormente, os funcionários. A configuração atual coloca a construção sob a posse da General Services Administration, ainda sujeita a recursos na justiça federal. A ONG mantém que é uma entidade independente, criada pelo Congresso, distinta do Poder Executivo.
Segundo informações oficiais, a assinatura de um acordo de paz entre Congo e Róndia está prevista para o local, com a presença de lideranças internacionais. Entre os participantes devem figurar chefes de Estado e representantes de blocos regionais, além de representantes de autoridades africanas e de países parceiros.
Entre as declarações divulgadas, um porta-voz da Casa Branca afirmou que a instituição refletiria “o maior negociador da história do país” e destacaria o papel do novo nome como símbolo de liderança. A oposição jurídica contesta a legalidade da tomada da sede, apontando que a decisão foi revertida judicialmente, mas suspensa em função de recursos.
A controvérsia envolve ainda a disputa sobre quem representa tecnicamente a instituição—o Congresso ou o Executivo. Enquanto o caso segue em apelação federal, a sede permanece sob a jurisdição da Doge (medida de eficiência governamental) e sob decisões judiciais que avaliam a legalidade das trocas de gestão e da posse do prédio.
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