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Menino cristão é rejeitado pelo pai em Bangladesh

Instabilidade política em Bangladesh agrava ataques a cristãos; igreja doméstica é destruída e a família de Moly busca abrigo após Jubayer retornar ao Islã

Apesar de perderem o apoio do pai e marido, Robin e sua mãe Moly permanecem firmes em Jesus
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  • Em Bangladesh, após a deposição da primeira-ministra em 2024, a família cristã passou a sofrer ataques de muçulmanos radicais e discriminação social.
  • Um ataque invasivo, liderado por cinco imãs e pelo chefe do distrito, destruiu a casa/igreja onde a família se reunia após a divulgação de panfletos que acusavam cristãos de “conversão por dinheiro”.
  • Jubayer, marido de Moly, voltou ao Islã, pediu o divórcio e se recusou a sustentar o filho, levando a família a buscar abrigo temporário.
  • A mãe, Moly, converteu-se ao cristianismo após ler Mateus sete, sete a oito e testemunhar um milagre que também influenciou o marido; o filho tem onze anos e enfrenta preconceito na escola.
  • Organizações cristãs pedem apoio humanitário para alimentação e educação das famílias perseguidas em Bangladesh, incluindo auxílio social para a família de Moly.

A família de Moly*, uma muçulmana convertida ao cristianismo, viveu um período de tensão desde 2024, quando a deposição da primeira-ministra Sheikh Hasina gerou instabilidade política em Bangladesh. O grupo extremista local intensificou ataques contra cristãos e lançou uma campanha contra Moly, o marido Jubayer* e outras famílias da região.

Segundo relatos, um panfleto difundido no mercado acusou cristãos de converter por dinheiro. Em seguida, uma multidão de cerca de 50 pessoas, liderada por cinco imãs e pelo chefe do distrito, invadiu a casa-igreja onde a família se reunia, destruindo o espaço e as Bíblias. Os cristãos conseguiram escapar, recebendo abrigo temporário na casa da mãe de Moly.

Com esse episódio, Jubayer retornou ao Islã, pediu o divórcio e se negou a manter o filho em residência com a mãe. Mãe de Robin*, a família busca suporte para alimentação e educação das crianças, após deslocamentos e perda de recursos. Robin, aos 11 anos, já enfrenta preconceito escolar e comenta a dificuldade de lidar com o preconceito dos colegas.

Contexto da perseguição e desdobramentos locais serão acompanhados por organizações de defesa religiosa e direitos humanos, que monitoram casos de discriminação e violência sectária na região. As famílias atingidas permanecem sob proteção temporária enquanto avaliam opções de apoio contínuo.

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