- Entre 1990 e 2019, os casos de hepatite B aguda entre crianças recuaram 99% graças à imunização infantil.
- O ACIP votou para adiar a decisão sobre restringir a vacinação contra hepatite B em bebês após reunião contenciosa.
- A votação para adiar foi de seis a três, permitindo que conselheiros revisassem a redação antes de novo voto.
- Houve mudanças na liderança do painel: o ex-presidente Martin Kulldorff deixou o cargo e o novo presidente é Kirk Milhoan.
- O debate ocorreu no contexto de debates sobre políticas de vacina e de hesitação vacinal nos Estados Unidos.
Entre 1990 e 2019, o número de casos agudos de hepatite B em crianças caiu 99% devido à imunização infantil, segundo estudo publicado na revista oficial da função de saúde. A redução reflete décadas de vacinação de rotina.
Nesta semana, o comitê consultivo sobre práticas de imunização (ACIP) do CDC votou para adiar uma decisão sobre restringir a vacinação contra hepatite B em bebês. A votação ocorreu após encontro contencioso.
O presidente anterior deixou o cargo e o comitê passou por mudanças de liderança, com Kirk Milhoan assumindo a cadeira. Críticas de membros contrários à vacinação acompanharam o debate sobre a agenda de imunização infantil.
Os votos foram de adiamento para que os conselheiros possam analisar a redação da proposta antes de votar. Não houve apresentação de novas evidências de danos associadas à vacinação, que é amplamente considerada segura e eficaz.
Especialistas ressaltam que qualquer mudança na recomendação atual pode trazer impactos significativos para a saúde infantil nos EUA e influenciar decisões sobre outras vacinas de rotina. O ACIP atua apenas como órgão consultivo para o CDC.
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