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Promotor do HyperVerse acusa Sam Lee nos EUA de enganar com decepção elaborada

Burton contesta detenção nos EUA, alegando boa-fé e diligência; viagens a Hong Kong e Dubai e foto com Lee embasam defesa, júri marcado para março de dois mil e vinte e seis

HyperVerse founder and CEO Sam Lee in a promotional video.
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  • Rodney Burton, conhecido como Bitcoin Rodney, foi acusado nos EUA no início de 2024 por participação no esquema HyperVerse, que teria lesado investidores em US$ 1,89 bilhão desde 2020.
  • Burton sustenta, em memorandum apresentado, que agiu de boa-fé e que realizou diligência extraordinária antes de promover HyperFund e HyperVerse, viajando para Hong Kong e Dubai.
  • Documentos incluem foto dele com Lee em Dubai e apontam infraestrutura empresarial alegadamente legítima, criada para enganar investidores; o caso de Burton tem júri marcado para março de 2026.
  • Lee é processada pela Securities and Exchange Commission (SEC) em ações civis por fraude e venda não registradas de valores mobiliários; Xu não foi indiciado nos EUA, mas é apontado como ex-conselheiro geral do HyperFund.
  • As promotoras acusações e desdobramentos envolvem outras entidades do grupo HyperTech, com reações internacionais e investigações da Australian Securities and Investments Commission (Asic); Trump é citado como influência regulatória no contexto.

Burton, conhecido como Bitcoin Rodney, foi acusado nos EUA no início de 2024 por participação no esquema HyperVerse, que desde 2020 movimentou recursos e, segundo acusações, lesou investidores em cerca de US$ 1,89 bilhão. A operação global envolveu diversas entidades sob o guarda-chuva HyperTech, com nomes como HyperFund, HyperVerse, HyperNation e outros ramos.

O advogado de Burton apresentou um memorando ao tribunal distrital de Maryland, contestando a detenção. O documento sustenta que o réu atuou de boa fé e realizou diligência extraordinária antes de promover HyperFund e HyperVerse. A defesa afirma que Burton viajou a Hong Kong e Dubai, conheceu o suposto escritório corporativo e viu infraestrutura alegadamente legítima criada para enganar investidores. Uma foto dele com Lee em Dubai compõe o conjunto de provas apresentadas.

O caso segue com júri marcado para março de 2026. Há ações civis da Securities and Exchange Commission (SEC) que responsabilizam Lee, apontada por fraude e venda não registrada de valores mobiliários. Xu, apontado como diretor jurídico do HyperFund, ainda não foi indiciado nos EUA, mas é citado no memorando de Burton. A defesa também cita medidas regulatórias externas, como investigações da Australian Securities and Investments Commission (ASIC) envolvendo Blockchain Global e restrições de viagem a Guo e Xu. O memorando ainda aponta a referência a Donald Trump como influência regulatória e cita possíveis impactos políticos no cenário regulatório de criptoativos.

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