- O Supremo Tribunal dos Estados Unidos aprovou o mapa redesenhado do Texas, que pode criar até cinco cadeiras pró-Republicanas.
- A decisão veio depois de uma decisão de um tribunal de aspecto inferior, em novembro, que havia considerado o mapeamento potencialmente racialmente discriminatório.
- O tribunal mandou que o Texas use os mapas adotados após o censo de 2020 para a eleição do próximo ano.
- O Texas é peça-chave nos esforços de Donald Trump para ampliar cadeias republicanas na Câmara antes das eleições de meio mandato.
- Outros estados também ajustaram mapas com ganhos para os republicanos, como Carolina do Norte e Missouri; democratas contestam em Califórnia e Virgínia.
Diante de um impasse judiciário, o Supremo Tribunal dos EUA confirmou a versão redesenhada do mapa distrital do Texas, permitindo até cinco cadeiras pró-Republicanas nas eleições de meio mandato. A decisão consolidou uma estratégia da oposição conservadora para ampliar a presença do GOP na Câmara.
A decisão ocorreu após o Senado e o tribunal de primeira instância terem questionado o novo mapa, acusando o estado de ordenar eleitores por raça durante o redesenho. Os magistrados superioremente concluíram que houve provável gerrymandering racial.
O tribunal federal havia derrubado o mapa em novembro, apontando violações constitucionais. O Supremo, então, autorizou que o Texas utilize o desenho adotado após o censo de 2020 para a próxima eleição federal. A medida favorece o partido no estado e gera impactos nas siglas concorrentes.
A notícia marca um avanço para a estratégia de reorganização do mapa da Câmara, já adotada por Texas, Carolina do Norte e Missouri, com potencial para até sete cadeias favoráveis ao GOP. Críticos defendem que as mudanças podem prejudicar a representação de minorias.
Outras frentes eleitorais também mobilizam mudanças: Califórnia e Virgínia estudam readequações de mapas, buscando equilíbrio entre partidários e opositores. A disputa continua em tribunais, com ações legais em curso para contestar as propostas.
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