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Chefe da Segurança Nacional planeja ampliar proibição de viagem para 30+ países

Kristi Noem afirma que a lista de países proibidos de entrada nos EUA será ampliada para além de trinta, com possível inclusão de até trinta e seis países adicionais

Kristi Noem speaks during a cabinet meeting at the White House on 2 December 2025.
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  • O governo dos EUA planeja ampliar a lista de países cujos cidadãos enfrentam proibição de entrada para mais de 30, números exatos ainda não confirmados.
  • Kristi Noem afirmou que a lista ficará acima de 30 e que o governo continua avaliando quais países entram na restrição.
  • Relatórios indicam possível inclusão de 36 países adicionais, segundo um cable interno do Departamento de Estado.
  • A expansão ocorre em meio a críticas de grupos imigratórios e legisladores e após medidas anteriores que já restringiam vistos, asilo e naturalização.
  • Anteriormente, a administração já havia proibido a entrada de cidadãos de 12 países e imposto restrições a sete outros.

O governo dos EUA planeja ampliar a lista de países cujos cidadãos têm restrições de entrada, segundo anúncio feito pela secretária do Departamento de Segurança Interna (DHS), Kristi Noem. A declaração ocorreu durante entrevista na Fox News, na quinta-feira à noite. A ampliação não teve número específico divulgado, apenas que é acima de 30 e que o presidente continua avaliando os países. O objetivo, segundo Noem, é manter vetos para países com governos instáveis e sem mecanismos de verificação robustos.

A lista original, assinada por Donald Trump em junho, proíbe a entrada de cidadãos de 12 países e restringe a entrada de siete outros. As medidas abrangem imigrantes e não imigrantes, como turistas, estudantes e viajantes a negócios. Nãoem não informou quais países seriam adicionados. A administração afirma que avaliação continua conforme riscos de segurança.

Relatórios de agências indicam possível inclusão de 36 países adicionais, conforme citou um cable interno do Departamento de Estado. A expansão ocorre em meio a críticas de grupos imigratórios e de legisladores, em meio a mudanças de políticas migratórias desde o episódio de violência envolvendo um cidadão afegão que entrou nos EUA por meio de um programa de reassentamento.

A ofensiva alcance da administração se dá após o ataque a dois membros da Guarda Nacional enviados a Washington DC, atribuído a um cidadão afegão. Investigadores apontaram falhas na triagem do programa de reassentamento utilizado há anos. Dias depois, o presidente sinalizou uma moratória permanente à migração de diversos países.

Críticas a uma provável ampliação circulam entre grupos de imigração e parlamentares, que questionam as consequências para requerentes de asilo e para quem já está em processo de naturalização. Relatos indicam ainda a suspensão de cerimônias de naturalização para pessoas sob a lista de restrições, além de revisões de pedidos de green card.

Enquanto a administração avança na revisão de casos de asilo aprovados no governo anterior e de vistos de residente, o governo também analisa impactos na política de entrada de estrangeiros. Quem está envolvido segue centrado na equipe do DHS, com participação do gabinete presidencial conforme as avaliações de risco.

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