- Nicolás Maduro, em programa de TV na quinta-feira, pediu apoio aos brasileiros em português, agradeceu ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e recebeu um boné.
- Fez um apelo ao vivo para que o Brasil se posicione a favor da Venezuela em busca de paz e soberania.
- Afirmou que a segurança pessoal tem sido ampliada, com participação de guarda-costas cubanos, em meio a tensões com os Estados Unidos.
- O relatório do The New York Times indica mudanças em sua agenda pública para enfrentar possíveis ataques.
- Maduro negou as alegações da Casa Branca de ser líder de uma organização criminosa, em contexto de maior presença militar norte-americana na região.
Nicolás Maduro pediu apoio aos brasileiros em português durante uma entrevista de TV nesta quinta-feira (4). Além disso, o presidente da Venezuela falou em tom conciliador, mencionando a unidade entre os povos de Brasil e Venezuela e recebendo um boné do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).
O apelo ao vivo foi para que o Brasil se posicione a favor da Venezuela em busca de paz e soberania. Maduro também sinalizou que pode ampliar a cooperação com países vizinhos para reduzir tensões regionais.
Relatos indicam aumento na securança pessoal do presidente, com a participação de guarda-costas cubanos, e mudanças na agenda pública para enfrentar possíveis ataques, conforme informações citadas pelo The New York Times. O contexto envolve tensões com os Estados Unidos e a presença militar norte-americana na região.
Contexto internacional e desdobramentos
A Casa Branca descreveu Maduro como líder de uma organização criminosa, uma acusação que o venezuelano nega. O governo informou que não houve mudança oficial em sua política externa vinculada a tais alegações.
Segundo o NYT, as mudanças de agenda e de segurança têm objetivo de reduzir riscos a Maduro diante do cenário de instabilidade regional. As informações são acompanhadas de imagens da entrevista e de materiais sobre a segurança do presidente.
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