- Putin ameaçou libertar pela força os territórios do leste da Ucrânia caso as tropas de Kiev não se retirem da área, em entrevista veiculada pela televisão indiana.
- O presidente russo reuniu-se hoje em Nova Déli com o primeiro-ministro indiano Narendra Modi.
- A Rússia, que desde 2014 sustenta a guerra em Donetsk e Lugansk, anexou essas regiões e outras áreas, incluindo Zaporíjia, Kherson e Crimeia, sem reconhecimento internacional.
- As negociações entre Moscou e Washington, mediadas pelos Estados Unidos, seguem sem acordo, com envio de representantes como Steve Witkoff e Rustem Umerov.
- Putin afirmou ter revisto cada ponto do plano apresentado, reconhecendo discordâncias, mas mantendo cautela para não atrapalhar as negociações.
- A Rússia controla quase 20 por cento do território ucraniano, incluindo toda Lugansk e cerca de 80 por cento de Donetsk; houve operações militares recentes em Donetsk, com alegação de tomada de Pokrovsk.
Vladimir Putin afirmou em entrevista à India Today que poderá usar a força para libertar territórios no leste da Ucrânia caso as tropas de Kiev não se retirem da região. A entrevista foi veiculada hoje, em Nova Délhi, onde o presidente russo se reuniu com o primeiro-ministro Narendra Modi.
Desde 2014, a Rússia patrocina o conflito em Donetsk e Lugansk, que declararam independência. Em 2022, Moscou invadiu a Ucrânia e, posteriormente, anexou Lugansk, Donetsk, Zaporíjia, Kherson e a Crimeia. O território russo, porém, não é reconhecido internacionalmente.
As negociações EUA-Rússia, mediadas por Steve Witkoff e Rustem Umerov, seguem sem acordo. Putin disse ter revisado cada ponto do plano apresentado, mas manteve cautela sobre detalhes. A ideia de acordo permanece em aberto, com divergências ainda não explicadas publicamente.
A Rússia controla quase 20% do território ucraniano, incluindo toda Lugansk e 80% de Donetsk. Nos últimos dias, Moscou afirmou ter avançado em Donetsk, com o possível ganho do reduto de Pokrovsk, segundo os relatos de defesa russos.
Diplmomacia e negociações
- Reuniões com autoridades indianas sinalizam busca por apoio regional.
- Washington mantém contatos com Moscou por meio de envoyos para avançar as tratativas.
- O panorama permanece sem cronograma definido para cessar-fogo ou retirada de forças.
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