- Três líderes — Donald Trump, Claudia Sheinbaum e Mark Carney — reuniram-se por cerca de 45 minutos em Washington para tratar de cooperação econômica no âmbito do T-MEC/CUSMA.
- Eles assistiram juntos ao sorteio da Copa do Mundo de 2026, que será realizada nos Estados Unidos, Canadá e México, e destacaram as oportunidades do evento.
- Os três concordaram em continuar trabalhando de forma conjunta em temas comerciais e na manutenção da coordenação sob o CUSMA.
- A reunião indica restauração de diálogo entre EUA e Canadá após controvérsia tarifária, com o Canadá buscando estabilidade econômica como parceiro comercial importante.
- O México enfrenta incertezas econômicas em 2025 relacionadas à política comercial dos Estados Unidos, principal destino de suas exportações, e intensifica cooperação para combate ao narcotráfico e questões de fronteira.
Nesta sexta-feira 5, o presidente dos EUA, Donald Trump, reuniu-se com a presidente do México, Claudia Sheinbaum, e o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney. A reunião durou cerca de 45 minutos e teve foco em cooperação comercial dentro do CUSMA, o acordo de livre comércio na América do Norte.
Os três líderes assistiram, em Washington, ao sorteio da Copa do Mundo de 2026. Trump destacou a importância da competição para os três países e reforçou a continuidade da parceria comercial. Sheinbaum citou a boa relação entre as nações nas redes sociais.
Audrey Champoux, porta-voz de Carney, informou por e-mail que o trio concordou em seguir trabalhando juntos no CUSMA. A reunião ocorreu após contatos anteriores sobre temas econômicos, tensões protecionistas e diálogo com o Canadá.
Cooperação e próximos passos
A reunião ocorreu em contexto de negociações sobre termos do acordo entre EUA, Canadá e México, com tensões protecionistas em pauta. Os líderes ressaltaram a continuidade do diálogo para fortalecer a relação econômica regional.
Contexto regional
O Canadá é fornecedor estratégico para o setor automotivo dos EUA e mantém forte volume comercial. O México depende economicamente do mercado norte-americano, com mais de 80% de suas exportações voltadas aos EUA, segundo dados comerciais.
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