- A trégua em Gaza, que entrou em vigor em 10 de outubro, encerrou grande parte de dois anos de combate entre Israel e Hamas, com EUA, Catar e Egito como garantidores.
- A segunda fase do acordo prevê retirada de Israel, criação de uma autoridade interina e possível desdobramento de uma força internacional de estabilização; porém ainda não começou.
- O premiê do Catar, xeque Mohammed bin Abdulrahman al-Thani, afirmou em Doha que a trégua só estará completa com retirada total de forças israelenses e restabelecimento da estabilidade em Gaza.
- Países árabes têm mostrado relutância em participar da força de estabilização; EUA, Catar, Egito e Turquia seguem como garantidores, mas com dúvidas sobre participação.
- O ministro turco das Relações Exteriores, Hakan Fidan, disse que as discussões sobre a força continuam, ainda sem decisões sobre comando e composição.
A trégua na Faixa de Gaza não ficará plenamente funcionando sem a retirada total de Israel do território e o restabelecimento da estabilidade em Gaza, afirmou o premiê do Catar. O Fórum de Doha, conferência diplomática anual, foi palco de declarações sobre o tema.
Catar, EUA e Egito atuam como garantidores do acordo, que entrou em vigor em 10 de outubro e encerrou grande parte de dois anos de combates com o Hamas. O premiê do Catar, Mohammed bin Abdulrahman al-Thani, disse estar em um momento crítico e que a próxima fase depende da retirada israelense.
A Turquia e o Egito, juntamente com os EUA, seguem como garantidores, mas há relutância entre alguns países árabes quanto à participação na força de estabilização. O ministro turco das Relações Exteriores, Hakan Fidan, confirmou que as discussões sobre a força permanecem e que questões de comando e composição ainda estão em aberto.
Desdobramentos da força internacional
Al-Thani destacou que Catar e demais garantidores trabalham juntos para impulsionar a próxima fase do acordo, incluindo a possível criação de uma força internacional de estabilização. As negociações continuam, com foco na configuração de comando e nos países que fornecem efetivos.
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