- Forças Armadas da Venezuela incorporaram cinco mil e seiscentos soldados ao FANB neste sábado, 6, com juramento de lealdade ao chavismo.
- A cerimônia ocorreu no Forte Tiuna, em Caracas; os novos integrantes foram descritos como combatentes revolucionários, socialistas e profundamente chavistas.
- O presidente Nicolás Maduro pediu ampliação do alistamento e afirmou que as Forças Armadas são a espinha dorsal da estabilidade, da paz e da segurança, prometendo não permitir invasão imperial.
- A medida ocorre em resposta às manobras dos Estados Unidos no Caribe, com a rede militar norte‑americana enviando frota; o general Javier José Marcano Tábata informou que jovens estão se dirigindo em massa à FANB.
- Washington acusa Maduro de liderar o Cartel de los Soles; ele nega e diz que o envio militar visa derrubá-lo para controlar as reservas de petróleo; a defesa venezuelana soma cerca de 200 mil efetivos, mais 200 mil policiais e cerca de oito milhões de reservistas na Milícia Nacional Bolivariana.
As Forças Armadas da Venezuela incorporaram 5.600 soldados nesta sábado, 6, no Forte Tiuna, em Caracas. A cerimônia ocorreu em meio a tensões com os Estados Unidos, que enviaram frota ao Caribe, segundo o governo. A medida busca ampliar o efetivo diante das pressões externas.
Os novos integrantes foram apresentado como “combatentes revolucionários, socialistas” e “profundamente chavistas”. Oficiais ressaltaram o treinamento sob o método de resistência revolucionária e enfatizaram a lealdade ao governo de Nicolás Maduro.
Maduro afirmou que as Forças Armadas são a espinha dorsal da estabilidade, da paz, da segurança e do futuro da Venezuela. O presidente convocou militares e policiais a manter um plano de ofensiva permanente frente à suposta agressão imperialista.
Dados oficiais apontam cerca de 200 mil militares e 200 mil policiais no país, somados aos cerca de oito milhões de reservistas da Milícia Nacional Bolivariana, que também integram a base de apoio ao governo.
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