- Trump afirmou ter chegado a acordo com Xi Jinping para permitir a exportação pela Nvidia de GPUs H200 para clientes aprovados na China, sob condições de segurança nacional.
- Segundo Trump, seriam pagos 25% aos Estados Unidos, mas não foram detalhados os mecanismos de pagamento.
- Os chips Blackwell e Rubin continuam restritos e atendem apenas a clientes nos EUA.
- As GPUs H200, lançadas no segundo trimestre de 2024, estão cerca de 18 meses atrasadas em relação aos concorrentes de ponta.
- O Departamento de Comércio dos Estados Unidos trabalha nos detalhes de implementação, com possibilidade de extensão da flexibilização a AMD e Intel.
O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que chegou a um acordo com o presidente chinês Xi Jinping para permitir que a Nvidia exporte GPUs avançadas de IA para clientes aprovados na China, sob condições de segurança nacional. O acordo prevê o pagamento de 25% aos EUA.
Trump afirmou que as unidades H200 podem chegar a clientes na China e em outros países, desde que atendam a salvaguardas de defesa. O anúncio não detalha como funcionaria o pagamento nem quais instituições estariam envolvidas.
Em paralelo, a decisão não incluiria as séries Blackwell e Rubin, que continuariam com restrições para o mercado chinês e ficariam disponíveis apenas para clientes nos EUA. As GPUs H200, lançadas em 2024, estão cerca de 18 meses atrasadas em relação aos equipamentos de ponta da Nvidia.
Contexto e motivações
Essa mudança contrasta com a política do governo Biden, que restringiu exportações de chips de IA avançados para a China por segurança nacional. A administração anterior buscava limitar aplicações militares e de vigilância.
Otimizações e impactos
Trump criticou a abordagem de Biden, afirmando que obrigar grandes empresas a produzir versões degradadas prejudicava empregos e inovação doméstica. O objetivo seria incentivar a indústria manufatureira dos EUA e beneficiar contribuintes.
Condições e desdobramentos
A administração de Biden manteve restrições a exportação de GPUs avançadas, como o H200. O Departamento de Comércio dos EUA trabalha nos últimos detalhes de implementação do acordo, segundo Trump, com possível extensão a AMD e Intel.
Pontos em jogo
Jensen Huang, CEO da Nvidia, pressionou pela reversão das restrições. A medida ocorre em meio a tensões entre EUA e China no domínio da IA. A norma atual de exportação ficará sujeita a ajustes conforme as autoridades avaliarem os impactos estratégicos.
Próximos passos
O governo americano deverá formalizar os mecanismos de aprovação de clientes chineses, com salvaguardas de segurança nacional. Analistas aguardam detalhes sobre como o pagamento de 25% influenciará o comércio de chips entre as duas potências.
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