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Corina afirma que Venezuela já foi invadida; intervenção dos EUA é discutida

María Corina Machado afirma que a Venezuela já foi invadida, citando Rússia, Irã, Hezbollah, Hamas e tráfico como sustentação do regime

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  • María Corina Machado afirmou, em Oslo, que a Venezuela já foi invadida, em coletiva com o primeiro-ministro da Noruega, Jonas Gahr Stoere, em resposta a uma possível intervenção militar dos EUA.
  • Ela citou a presença de agentes russos e iranianos, além de grupos como Hezbollah e Hamas operando no país em conluio com o regime.
  • Também mencionou gorilas colombianos e cartéis de drogas que, segundo a oposicionista, controlam parte da população, incluindo tráfico humano além do tráfico de drogas.
  • A opositora disse que o regime é financiado por um sistema de repressão bem estruturado, sustentado pelo tráfico de drogas, pelo mercado negro de petróleo, pelo tráfico de armas e pelo tráfico humano.
  • Machado estava em Oslo para a entrega do Nobel da Paz, chegou após a cerimônia e foi representada pela filha.

A oposição a Nicolás Maduro, liderada por María Corina Machado, afirmou que a Venezuela já foi invadida, em resposta a perguntas sobre uma possível intervenção militar dos EUA. A declaração ocorreu em Oslo, durante coletiva de imprensa ao lado do primeiro-ministro da Noruega, Jonas Gahr Stoere, por ocasião da entrega do Nobel da Paz.

Machado citou a atuação de agentes russos e iranianos, além de grupos como Hezbollah e Hamas, em conluio com o regime chavista. Também mencionou a presença de grupos armados colombianos e de cartéis de drogas ligados ao financiamento do governo, incluindo tráfico de pessoas.

Segundo a oposição, a Venezuela se tornou um centro de atividades criminosas no continente, com fluxos financeiros dependentes do tráfico de drogas, do petróleo, de armas e de tráfico humano. Machado destacou a necessidade de cortar esses fluxos para enfraquecer a repressão governamental.

Contexto

A líder opositora viajou a Oslo para a cerimônia de entrega do Nobel da Paz, mas chegou após a cerimônia, sendo representada pela filha. As falas ocorreram em meio a tensões entre Estados Unidos e o regime de Maduro, que intensificaram o escrutínio internacional sobre Caracas.

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