- María Corina Machado, líder opositora venezuelana e vencedora do Nobel da Paz de 2025, chegou a oslo na noite de quinta-feira após mais de um ano ocultada por segurança.
- Por volta das duas e meia da madrugada, ela apareceu no balcón do Grand Hotel, acenou à multidão e cantou o hino venezuelano com apoiadores.
- Machado seguirá para o parlamento da Noruega, onde fará seu primeiro ato oficial, incluindo reunião e entrevista com o primeiro-ministro Jonas Gahr Store.
- A chegada é vista como marco histórico para a oposição venezuelana e pode provocar novos desdobramentos políticos no país.
- O prêmio Nobel de 2025 foi recebido em nome de Machado pela filha, Ana Corina Sosa, durante a cerimônia, em meio à expectativa pela sua presença em Oslo.
A líder opositora venezuelana Maria Corina Machado chegou a Oslo na noite de quinta-feira, após mais de um ano ocultada por motivos de segurança. Ela não saía da Venezuela há 14 anos e é figura internacionalmente reconhecida.
Ao desembarcar, Machado apareceu no Grand Hotel, acenou para a multidão e foi cercada por um forte aparato de segurança. Vestida de preto, seguiu para a rua, onde recebeu apoio de manifestantes que entoaram o hino nacional.
Seu retorno a Noruega marca um marco para a oposição venezuelana, que aguarda uma agenda oficial no Parlamento norueguês com reunião e entrevista com o primeiro-ministro Jonas Gahr Store. A presença simboliza novo capítulo na atuação internacional de bancadas oposicionistas.
Chegada a Oslo e atos no Parlamento
O momento culminou com a apresentação de Machado no Parlamento, já com a expectativa de reunião com o premiê. A visita sucede a participação no anúncio do Nobel da Paz 2025, em Oslo, que consolidou o peso internacional de sua liderança.
A cerimônia contou com a participação de familiares e apoiadores, incluindo a filha Ana Corina Sosa, que leu o discurso de aceitação em nome da mãe durante a cerimônia de entrega do Nobel. O momento repercutiu entre a diáspora venezuelana.
A mobilização externa incluiu ondas de apoio na Noruega, com símbolos nacionais e multidões nas ruas de Oslo. A imprensa local acompanhou cada etapa, destacando o significado político para a oposição ao regime de Nicolás Maduro.
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