- A partir desta quarta-feira, começaram as inscrições para o Gold Card de Trump, um caminho acelerado para residência permanente nos EUA por US$ 1 milhão (R$ 5,3 milhões).
- É cobrada uma taxa de processamento não reembolsável de US$ 15 mil (R$ 79.500) para iniciar o processo, e os candidatos passam por checagem do Departamento de Segurança Interna.
- O cartão traz o retrato do presidente Donald Trump com a bandeira ao fundo e as palavras “TRUMP GOLD CARD”.
- Empregadores podem patrocinar trabalhadores por US$ 2 milhões (R$ 10,6 milhões) por meio de cartões corporativos, com taxa anual de 1% e taxa de transferência de 5%.
- O governo afirma que o programa deve arrecadar US$ 100 bilhões (R$ 530 bilhões) e busca substituir os vistos baseados em emprego EB-1 e EB-2.
Nesta quarta-feira (10), começaram as inscrições para o Gold Card, um caminho acelerado para residência permanente nos Estados Unidos, segundo a administração Trump. O programa cobra US$ 1 milhão por inscrição eTaxa de processamento não reembolsável de US$ 15 mil. O documento coloca o retrato de Donald Trump com a bandeira ao fundo e as palavras TRUMP GOLD CARD.
Empregadores também podem patrocinar trabalhadores por meio de cartões corporativos, com valor de US$ 2 milhões. A estrutura inclui uma taxa anual de 1% e uma taxa de transferência de 5% para mudança de beneficiário. O objetivo apresentado é promover comércio e indústria americanos, substituindo vistos baseados em emprego como EB-1 e EB-2.
Detalhes do programa e contexto
A ordem executiva que criou o Gold Card foi assinada pela administração em setembro, com a justificativa de incentivar investimento e competitividade. O governo indicou que a iniciativa pode arrecadar cerca de US$ 100 bilhões (aproximadamente R$ 530 bilhões) com o programa.
O Gold Card é apresentado como acelerador de residência legal permanente, sujeito à conclusão de checagens conduzidas pelo Departamento de Segurança Interna. A proposta surge em meio a disputas sobre imigração, com a administração buscando ampliar controle sobre fluxos migratórios e alterar políticas de vistos.
Vigilância sobre o H-1B permanece. O programa é alvo de controvérsia no meio tecnológico, onde empresas como Google, Amazon, Meta e Apple costumam empregar trabalhadores estrangeiros. O governo já sinalizou ajustes adicionais e checagens para candidatos ao H-1B.
Além disso, a administração manteve ações para reduzir a imigração irregular, com metas de deportação e operações de agentes da Immigration and Customs Enforcement. Também houve suspensão de pedidos de imigração de cidadãos de 19 países e pausas em decisões sobre pedidos de asilo.
A influência da política de imigração é discutida em termos de calendário internacional, já que os EUA preparam-se para sediar a Copa do Mundo FIFA 2026, em parceria com Canadá e México. O debate envolve impactos em vistos de visitantes e de trabalho.
Frentes ligadas à imigração são acompanhadas por entidades setoriais; no âmbito esportivo, operações de vistos para competições têm contribuído para tensões temporárias com alguns países. A administração reforça o foco em controle de fronteiras e políticas de entrada no país.
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