- Ya’akub Vijandre, fotojornalista muçulmano e respondedor de emergência, foi detido pelo ICE em outubro por postar conteúdos nas redes sociais ligados a terrorismo; ele buscava asilo e tinha status DACA válido.
- Em Folkston, Geórgia, Vijandre relatou maus-tratos na detenção, incluindo insultos em inglês, e a defesa moveu habeas corpus para tentar sua liberdade durante o andamento do caso.
- O governo afirma que as postagens dele configuram terrorismo; a defesa sustenta que o conteúdo é discurso protegido pela Constituição.
- O centro de detenção, já ampliado, abrigava cerca de 1.650 pessoas no começo de novembro; o processo segue para decidir a continuidade da detenção e a possibilidade de liberdade durante a tramitação.
- Vijandre tem 38 anos, nasceu nas Filipinas, entrou nos EUA há 24 anos e teve a renovação do DACA válida até maio de 2026; a detenção envolve questões ligadas à segurança nacional e ao tratamento de imigrantes com discurso.
Ya’akub Vijandre, photojornalista muçulmano, detido pelo ICE em outubro, busca asilo nos EUA e teve status DACA revogado. Em Folkston, Geórgia, ele relata maus-tratos na detenção e aponta perseguição religiosa como motivação da ação.
O caso envolve alegaçao de que postagens em redes sociais ligam-se a terrorismo, segundo o governo, enquanto a defesa sustenta discurso protegido pela Constituição. Vijandre pediu habeas corpus para possível liberdade durante o andamento do processo imigratório.
Em Folkston, Vijandre descreveu insultos em inglês por parte de guardas e o uso de linguagem degradante durante visitas à biblioteca da prisão. O centro de detenção foi ampliado e abrigava, em novembro, cerca de 1.650 pessoas, conforme dados de trac, projeto de dados imigratórios.
A defesa apresentou habeas corpus na última semana, buscando liberdade provisória. O juiz de imigração havia negado fiança anteriormente, mantendo a detenção enquanto o caso avança.
Vijandre nasceu nas Filipinas e reside nos EUA há 24 anos, com renovação do DACA válida até maio de 2026. A família dele é chamada a acompanhar o desfecho do processo, que envolve a avaliação de se as postagens teriam ocorrido no contexto de expressão protegida ou de endosso a terrorismo.
Segundo a equipe jurídica, as publicações citadas não foram apresentadas como prova concreta, e o conteúdo está ligado a temas de direitos civis, protestos e relatos de casos legais anteriores. A defesa sustenta que a detenção viola direitos constitucionais de expressão.
A investigação acompanha trajetos de Vijandre como repórter e braço de assistência a emergências, com atuação em eventos e marches pró-Palestina e cobertura de conflitos. A defesa enfatiza que as ações dele não configuram apoio ou promoção de terrorismo.
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