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Larry Fink participa de negociações para reconstrução da Ucrânia com Trump

Larry Fink participa de negociações sobre reconstrução da Ucrânia com Kushner e Bessent, sinalizando possível reativação do fundo, mas situação ainda incerta

Larry Fink, da BlackRock, se junta a negociações de Trump para reconstruir a Ucrânia | CEO se juntou ao secretário do Tesouro, Scott Bessent, e a Jared Kushner para discussões sobre o futuro da economia do país
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  • O CEO da BlackRock, Larry Fink, participou de discussões sobre a reconstrução da Ucrânia ao lado de Jared Kushner e do secretário do Tesouro, Scott Bessent, conforme postou o presidente ucraniano Volodymyr Zelenskiy.
  • Zelenskiy afirmou que a reunião pode representar o início do grupo que vai trabalhar num documento sobre reconstrução e recuperação econômica da Ucrânia, com Fink em participação por vídeo.
  • A participação de Fink indica retorno da BlackRock ao tema quase um ano após a empresa interromper a busca por investidores para um fundo multibilionário de recuperação da Ucrânia, destinado a aproximadamente US$ 2,5 bilhões.
  • Não ficou claro se o fundo será reativado; a BlackRock não comentou o papel de Fink, e a Casa Branca e o Departamento do Tesouro não responderam a pedidos de comentários.
  • A ação mostra Trump recorrendo a um elenco rotativo de conselheiros para influenciar a política ucraniana, em busca de impulso para um eventual plano de paz.

O CEO da BlackRock, Larry Fink, integrou discussões sobre a reconstrução da Ucrânia ao lado do governo de Donald Trump, conforme divulgação de Volodymyr Zelenskiy. A postagem desta quarta-feira (10) mostrou Fink em uma sala com Jared Kushner, conectado por vídeo, e o secretário do Tesouro, Scott Bessent. A reunião seria a primeira de um grupo que trabalhará um documento sobre reconstrução e recuperação econômica.

O envolvimento de Fink ocorre quase um ano após a BlackRock interromper a busca por investidores para um fundo multibilionário de apoio à Ucrânia. O objetivo inicial era captar cerca de US$ 2,5 bilhões de países, bancos de desenvolvimento, fornecedores de subsídios e investidores privados. Não ficou claro se o fundo será reativado.

A Casa Branca e o Tesouro não responderam aos pedidos de comentário. A participação de Fink revela uso de um elenco rotativo de conselheiros por parte de Trump para avançar sua linha de política sobre a Ucrânia, ao mesmo tempo em que busca novo impulso para o plano de paz.

Envolvimento e cenário atual

  • A notícia aponta que Kushner e Bessent, ao lado de Fink, aparecem no esforço de reconstrução econômica da Ucrânia.
  • A falta de clareza sobre a reativação do fundo permanece, com a BlackRock sem se pronunciar sobre o papel do executivo nas discussões.

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