- Indiana Republicans rejeitaram o redesenho das linhas eleitorais, com a medida falhando 19 a 31; 21 republicanos e 10 democratas votaram contra.
- O senador Greg Goode foi um dos ganhos de consenso para rejeitar o projeto, afirmando que votou contra para refletir os eleitores.
- A pressão de Donald Trump foi citada, incluindo o deslocamento do vice‑presidente, JD Vance, ao capitólio para dialogar com legisladores.
- Os Estados Unidos ampliaram sanções, mirando três parentes da esposa de Nicolás Maduro e seis supertanques de petróleo, além de empresas ligadas a eles.
- O Guardian revelou que o Departamento de Assuntos de Veteranos (VA) prepara um relatório sobre não cidadãos ligados ao governo, com conclusão prevista para este mês e encaminhamento a autoridades de imigração.
Indiana: rejeição ao redesenho das linhas eleitorais após pressão de Trump
Os republicanos de Indiana rejeitaram nesta quinta-feira a tentativa de redesenhar as linhas eleitorais do estado. A medida falhou por 19 a 31, com 21 republicanos contra 10 democratas. O atraso ocorreu mesmo com pressão de Donald Trump para aprovar os novos mapas.
O senador Greg Goode foi um dos principais obstrucionistas e votou contra o projeto, afirmando ter refletido a vontade de seus eleitores. O episódio ocorreu enquanto o próprio Trump já acionava esforços para influenciarem as lideranças locais, inclusive com visitas da vice-presidenciável, JD Vance, ao capitólio estadual.
Sanções e ameaças dos EUA contra a Venezuela
Os EUA ampliaram sanções contra a Venezuela, alvo agora de novas medidas contra familiares da esposa de Nicolás Maduro e contra seis superpetroleiros. O Tesouro americano listou as embarcações e empresas ligadas, dizendo que atuavam com práticas engañosas e forneciam recursos ao regime.
As medidas ocorrem em meio a acusações de Maduro de que os EUA criaram uma nova era de pirataria naval no Caribe. O governo americano sustenta que as sanções visam pressionar o regime a mudanças políticas, sem detalhar próximos alvos.
Relatório da VA e atuação de funcionários não cidadãos
O Guardian informou que a VA prepara um relatório sobre não cidadãos empregados ou ligados ao órgão, para ser encaminhado a agências federais, incluindo imigração. A carta de parlamentares destaca o documento para este mês, destacando cautelas na fiscalização.
A oposição, liderada pela congressista Delia Ramirez, com apoio de Mark Takano e Richard Blumental, pediu ao secretário Doug Collins e à ministra Kristi Noem que apresentem o relatório. O objetivo é avaliar impactos da imigração na pasta de veteranos.
Conflito em Mianmar e atualização de informações
Também nesta semana, um ataque aéreo de Myanmar, na região de Rakhine, é apontado como vitimando dezenas de pessoas em um hospital. A ofensiva é atribuída às forças militares do país, aumentando tensões regionais.
As informações sobre o hospital de Mrauk U chegam em meio a relatos de violência persistente no noroeste birmanês, com impacto direto em civis e serviços médicos. Autoridades não detalharam números oficiais neste momento.
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