- María Corina Machado descreveu sua fuga secreta de Venezuela como horas muito intensas, com risco real para sua vida, em entrevista a oito meios internacionais, incluindo o jornal espanhol EL PAÍS, em Oslo.
- Ela chegou a Oslo menos de 48 horas após desembarcar na capital norueguesa.
- A líder opositora afirmou que seu movimento é decisivo e está pronto para liderar a transição democrática no país.
- Machado disse que o tempo está contra o governo de Nicolás Maduro e a favor da oposição, e criticou as ações do governo de Pedro Sánchez, afirmando que não foram suficientes diante da crise venezuelana.
- Ela indicou que, apesar das críticas, a “história julgará” as atitudes do governo espanhol em relação à Venezuela.
A líder opositora venezuelana María Corina Machado relatou momentos de fuga secreta da Venezuela. Em entrevista a oito veículos internacionais, entre eles o jornal EL PAÍS, ela falou sobre horas de risco à vida vividas durante a saída do país.
A entrevista ocorreu no Grand Hotel de Oslo, menos de 48 horas após sua chegada à capital norueguesa. Machado descreveu as circunstâncias como duras e marcadas pela improvisação diante de perigos reais.
Segundo a dirigente, o movimento oposicionista está em um ponto decisivo e em ritmo acelerado. Ela afirmou que está pronta para liderar a transição democrática na Venezuela, destacando que o tempo favorece a oposição frente ao governo de Maduro.
Machado criticou a atuação do governo espanhol sob a liderança de Pedro Sánchez, afirmando que as ações até o momento não foram suficientes para enfrentar a crise venezuelana. Ela ressaltou que a história fará uma avaliação sobre o tema.
A líder oposicionista mantém o foco na construção de apoio internacional para a transição democrática. Ela reiterou que a oposição venezuelana precisa de apoio externo enquanto trabalha para uma saída institucional ao impasse político.
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