- A pesquisa de 2025 do International Republican Institute mostrou que quase metade dos moldavos acredita que o país está no rumo certo, o maior índice em vinte anos.
- Desde a eleição de Maia Sandu em 2020, a Moldávia tem visto redução da corrupção e está no caminho para a adesão à União Europeia, com mais de um bilhão de euros em ajuda econômica prevista.
- A Rússia é apontada como fonte de interferência contínua, incluindo tentativas de influenciar eleições parlamentares e o corte de gás no início do ano.
- O ministro das Relações Exteriores, Mihai Popsoi, disse que Moldávia fortaleceu segurança energética, defesa cibernética e combate a ilegalidades, com apoio de parceiros ocidentais.
- Sobre Transnístria, há potencial caminho de reintegração econômica e diplomática, com expansão de laços com a União Europeia e cooperação econômica.
Em Moldávia, um dos países mais pobres da Europa, avanços ian incertezas. A eleição de Maia Sandu em 2020 abriu caminho para adesão à UE e maior ajuda econômica, apesar de tensões com a Rússia e conflitos com Transnístria.
Em 2025, pesquisa do International Republican Institute aponta que quase metade da população acredita que o país caminha na direção certa, o maior índice em 20 anos. O levantamento aborda lições diante de interferência russa.
A entrevista com o ministro dos Negócios Estrangeiros Mihai Popsoi, publicada pela Foreign Policy, analisa aprendizados contra interferência, segurança energética e cooperação com EUA e UE. O texto foi editado para clareza e extensão.
Pelo lado interno, Moldova diz ter fortalecido a aplicação da lei, com combate a fluxos financeiros ilícitos e aprimoramento de segurança cibernética, com apoio de parceiros democráticos. A energia é apontada como área de resiliência.
Quanto a interferências, Popsoi afirma que o risco persiste, mas que o país desenvolveu imunidade e capacidade de mitigar ameaças, mantendo liberdades democráticas. A cooperação com a comunidade internacional é destacada.
Sobre a relação com Transnístria, o ministro ressalta avanços econômicos que fortalecem a reintegração pacífica e aponta que o futuro econômico aponta para integração gradual, inclusive com foco em investimentos europeus.
Popsoi também comenta encontros com legisladores dos EUA e com o Conselho de Segurança Nacional, destacando apoio norte-americano à paz na região e à defesa conjunta, além de avanços na cooperação com a UE.
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