- Um ataque durante celebração de Hanucá em Bondi deixou pelo menos dezesseis mortos, incluindo um dos atiradores.
- Ahmed al-Ahmed, de quarenta e três anos, pai de duas filhas, derrubou o atirador e tirou a arma das mãos dele; foi atingido no ombro e está em cirurgia, em estado crítico, mas estável, no hospital St George, em Sydney, com mais duas operações previstas.
- A ação dele ganhou repercussão internacional, com elogios do primeiro-ministro da Austrália, do governador de New South Wales e do presidente dos Estados Unidos.
- Al-Ahmed é australiano de origem síria, natural de Idlib; parentes dizem que ele foi baleado quatro a cinco vezes no ombro durante o confronto.
- Familiares relatam que ele agiu por humanitarismo, dizendo que não poderia tolerar ver as pessoas morrerem, e que Deus lhe deu força para agir.
Durante a celebração de Hanucá neste domingo, em Bondi Beach, ocorre uma troca de tiros que deixa 16 mortos, entre eles um dos supostos atiradores. Ahmed al-Ahmed atuou para conter o agressor, agarrando a arma e tirando-a das mãos dele.
Al-Ahmed não resistiu aos ferimentos, permanece em estado crítico, mas estável, após cirurgia realizada no hospital St George, em Sydney. O homem de 43 anos é pai de duas filhas e ganhou atenção internacional pelo ato.
Repercussões e vigilância pública
O primeiro-ministro australiano, o governador de New South Wales e o presidente dos EUA elogiaram a intervenção de al-Ahmed, destacando o ato como exemplo de solidariedade. Um temporário reconhecimento internacional acompanhou a cidade de Bondi.
Perfil e relatos familiares
Ahmed al-Ahmed é cidadão australiano de origem síria, natural de Idlib. Familiares relatam ferimentos na omoplata e descrevem o episódio como humano e corajoso. Os pais dele destacam o apoio da comunidade e a gratidão pela vida preservada.
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