- Ataque em Bondi, Sydney, deixou 15 mortos durante celebração judaica; polícia australiana classifica como atentado antissemita.
- Israel responsabiliza o primeiro-ministro australiano Anthony Albanese por reconhecer o Estado palestino e permitir manifestações contra Gaza, afirmando que isso incentiva o terrorismo.
- Primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, divulgou carta anterior e sugeriu que judeus do mundo considerem emigrar para Israel.
- Conselho de Segurança Nacional de Israel pediu que judeus evitem celebrações de Hanucá não protegidas e centros judaicos sem proteção.
- Australia expressou solidariedade; vigílias foram realizadas em Tel Aviv e a cobertura internacional do ataque aumentou.
O ataque em Bondi, praia de Sídney, deixou várias vítimas e provocou críticas de Israel ao primeiro-ministro australiano Anthony Albanese. O governo israelense atribuiu a responsabilidade ao reconhecimento do Estado palestino em setembro e à permissão de manifestações contra Gaza, que teriam incentivado o atentado. As autoridades destacaram que lemas de apoio a ações extremistas foram um fator motivador.
Segundo informações oficiais, 15 pessoas morreram durante o ataque, que ocorreu durante uma celebração judaica na região. Do total de feridos, 27 permaneciam hospitalizados, com seis em estado grave. A polícia australiana investiga o caso como atentado antissemita. A sustentação institucional do ataque é tema de debate entre autoridades australianas e israelenses.
Netanyahu divulgou uma carta anterior na qual critica Albanese e reforçou que o governo australiano incentivaria o terrorismo ao reconhecer o Estado palestino e tolerar manifestações contrárias a Gaza. O premiê israelense também sugeriu que israelenses no exterior considerem emigrar para Israel, citando a defesa do país pelas Forças de Defesa.
Reações e medidas
O Conselho de Segurança Nacional de Israel emitiu alerta recomendando que cidadãos evitem celebrações de Janucá não protegidas. O organismo pediu vigilância em sinagogas, casas de culto e eventos de Janucá não protegidos, citando a possibilidade de novas ações inspiradas pelo ataque.
Brasil e Canadá também registraram vigílias e cobertura ampla do ocorrido em Tel Aviv, com manifestações de solidariedade à comunidade judaica. O premiê australiano expressou apoio à comunidade judia, afirmando que o país acompanhará ações para erradicar o antissemitismo.
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